quinta-feira, 5 de julho de 2012

Daniel Solon concede entrevista na TV Meio Norte

Confira matéria que saiu no portal meionorte.com

05-07-2012

Queremos mostrar novas propostas para a sociedade, diz Daniel Solon

O candidato à Prefeitura de Teresina afirmou que traz propostas para uma nova Teresina

Candidato à Prefeitura de Teresina, Daniel Solon (PSTU) Candidato à Prefeitura de Teresina, Daniel Solon (PSTU) (Foto Waldelúcio Barbosa) 
 
No 4° dia da série “Conversando com o Candidato” do Programa Agora, Daniel Solon candidato do PSTU à Prefeitura de Teresina, apresentou suas propostas socialistas e diferenciadas para uma nova Teresina. O PSTU é um partido de esquerda que está envolvido com as lutas sociais. Daniel Solon é jornalista e professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

Segundo o candidato, o principal motivo para colocar seu nome a disputa da prefeitura municipal foi na intenção de tentar mostrar novas propostas para a sociedade teresinense, “A gente acompanhou as decisões das candidaturas e constatamos que todos os candidatos têm as mesmas idéias, mesmos projetos, nós defendemos as inovações, temos propostas diferenciadas por uma Teresina mais socialista”, afirmou Solon.

Na mobilidade urbana, ele pretende criar uma empresa de ônibus pública municipal para baratear o valor da passagem.“Temos propostas de investir em um transporte público de massa, criando uma empresa pública municipal, acabando com o contrato das empresas privadas com o SETUT e assim conseguiremos baratear a passagem para R$ 1,00 real e dar livre passagem para estudantes”, ressaltou o candidato que defende que o serviço público deve ser de qualidade. De acordo com o professor, Teresina tem duas faces quando o assunto é saúde e educação, “Uma funciona muito bem para aqueles que podem pagar e a outra face que é a da maioria da população são aqueles que não pode pagar”, pontuou o candidato.


Em seu plano de governo está a duplicação de investimentos para a saúde pública, assim como para a educação, investindo 10% do PIB e aumentando o piso salarial dos professores para R$ 2.300 reais. A segurança pública é outra preocupação do candidato, mas segundo ele o aumento do efetivo policial nas ruas não é a única solução, “Temos que aumentar o número de empregos, lazer, cultura, esporte e educação e assim diminuir os índices de violência”, concluiu.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Daniel Solon (PSTU) é convidado para debate entre candidatos na TV Meio Norte



O candidato a prefeito pelo PSTU, Daniel Solon, recebeu convite da TV Meio Norte para participar do debate na emissora, com demais candidaturas de Teresina, no dia 12 de julho. Para Daniel Solon, todas as TVs que realizarem debates eleitorais devem garantir a presença de todos os candidatos a prefeito. Sem essa garantia, fere-se totalmente a democracia. "Confirmamos a participação no debate da TV Meio Norte e confirmaremos em todos os outros debates para os quais formos convidados", disse Daniel Solon.

"É preciso que todas as TVs,  emissoras de rádio e portais de notícias garantam espaço igual para todos os candidatos. Dessa forma, os teresinenses poderão comparar as diferentes propostas apresentadas para solucionar os problemas da cidade. Sem o tratamento igual, de tempo e espaço nos jornais, rádios, TVs e portais, pode-se pensar que há favorecimento para uma ou outra candidatura, o que não é democrático", disse Daniel Solon.

Segundo ele, qualquer tentativa dos meios de comunicação de impedir que as candidaturas do PSTU participem de debates eleitorais serão combatidas política e juridicamente, por se tratarem de tentativa de censura e boicote ao partido.

"As TVs e rádios estão livres para chamar todos os candidatos. Queremos a garantia democrática de que todos os meios de comunicação agirão no sentido de garantir nossa participação nos debates", afirmou Daniel Solon, que é professor do curso de Comunicação Social da UESPI, e lutador pela democratização da comunicação social.



terça-feira, 3 de julho de 2012

Daniel Solon concede entrevista na TV Cidade Verde. Teresina para os trabalhadores!

Candidato defendeu, dentre outros pontos, aplicação imediata de 10% do PIB para a Educação Pública. Confira matéria publicada no portal cidadeverde.com:

03/07/12, 13:52

Daniel Solon defende administração municipal para os trabalhadores

Candidato critica acordos e "traições" entre partidos na campanha.

O professor Daniel Solon, candidato do PSTU a prefeito de Teresina, em entrevista ao Jornal do Piauí desta terça (03), defendeu que fará uma administração voltada para os trabalhadores, promovendo políticas de saúde, habitação, transporte e educação.

Fotos: Evelin Santos/Cidadeverde.com

Daniel ironizou a política de habitação colocada em prática através do programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo ele, o "Minha Casa, Minha Dívida" não resolve o problema do déficit habitacional e ainda faz com que o trabalhador fique endividado.

E da mesma forma, criticou a saúde, educação e transporte. Sua proposta é investir 10% do PIB na educação e 6% na saúde. Além disso, defende que seja uma reforma agrária na zona rural para ser destinada à produção de alimentos a serem comercializados em Teresina.


"Teresina é referência em educação privada e defendemos o contrário. A privatização da saúde está aí. Além da aplicação de 10% do PIB na educação daqui a 10 anos, estruturar as escolas, não deixar fechar como acontece hoje. É incrível que prefeitura fecha escola quando deveria ser instrumento de mudança na vida dos jovens", afirmou.

O candidato também comentou que tem projeto para a criação de empresa pública de transporte, baixando o valor da passagem para R$ 1 e melhorando o metrô, e também criar uma empresa de construção, que deverá empregar pessoal na construção de prédios públicos.


Traições
O candidato criticou ainda os acordos que estão sendo fechados entre lideranças políticas para as eleições deste ano. "O que está superado é a cada ano candidatos virem dizer que vão governar para todos. O que vai melhorar de fato e é difícil é atacar a raiz dos problemas. A gente vê as traições que acontecem no mundo da política e as pessoas se sentem desconfiadas", disse.

Leilane Nunes
leilanenunes@cidadeverde.com

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PSTU marca convenção para o dia 28 de junho e ainda aposta na frente de esquerda em Teresina



O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) fará convenção eleitoral no dia 28 de junho, às 19h, no auditório do Instituto Federal do Piauí (IFPI, ex-CEFET-PI) para discussão e escolha de candidatos a prefeito e vereador de Teresina. O PSTU, que lançou Daniel Solon como pré-candidato a prefeito, ainda luta para que seja conformada uma frente de esquerda socialista em Teresina, envolvendo o PCB e PSOL.

"Sabemos que o PSOL já definiu por candidatura própria a prefeito, sem frente de esquerda, mas ainda há tempo de buscarmos a unidade, e de se rediscutir tal decisão. Unir o PSTU, PSOL e PCB é uma necessidade para fortalecer a esquerda socialista que não se rendeu aos governos e que está nas lutas por Educação e Saúde públicas, moradia, saneamento, por redução do preço das passagens de ônibus, enfim, para fortalecer a luta por uma Teresina para os trabalhadores e para a juventude", disse Daniel Solon, que é professor da UESPI e jornalista.

Nesta sexta-feira pela manhã, dirigentes do PSTU contactaram pessoalmente lideranças do PSOL e PCB na tentativa de construir uma reunião nos próximos dias, com o objetivo de amadurecer o debate em torno de uma frente de esquerda. "Estamos desde o ano passado buscando o debate com o PSOL e PCB, em torno de um programa socialista para Teresina, e para fazermos uma aliança, sem financiamento eleitoral de empresas ou empresários. Mas caso não consigamos formar a frente de esquerda, o PSTU formalizará candidaturas que têm o objetivo de fortalecer a as lutas do povo e da classe trabalhadora, pelo direito à cidade", completou Daniel Solon.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Não à campanha de calúnia contra professores, estudantes e servidores de Parnaíba! Em defesa da democracia!



Os militantes do PSTU em Parnaíba e de todo o Piauí manifestam total apoio aos lutadores/as parnaibanos que reivindicam o marxismo e que estão sendo covardemente atacados po grupo reacionário e conservador de direita, pelo simples fato de exercerem o direito de livre expressão e livre organização.


Lamentavelmente, algumas correntes que se reivindicam de esquerda também se utilizam do método da calúnia e da mentira para atacar quem defende posições divergentes.

Seja oriundo da direita ou de correntes de esquerda, a prática da calúnia deve ser fortemente repudiada e combatida. (Para ler texto sobre "Em defesa da Moral Revolucionária Proletária -  Declaração frente às graves acusações contra o PSTU, a CSP-Conlutas e a LIT-QI", clique aqui.)

Transcrevemos abaixo a nota da Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP) contra a campanha caluniosa feita aos professores, servidores e estudantes que fazem parte do Grupo de Estudo Marxista (GEM - UESPI/UFPI).



......NOTA DA ADCESP 

Pelo livre e respeitoso debate na Universidade! Não à campanha de calúnia contra professores, servidores e estudantes em Parnaíba!


A diretoria da Associação dos Docentes da UESPI (ADCESP) manifesta total repúdio à campanha de calúnia e difamação em curso contra estudantes, servidores e professores da UESPI e da UFPI que fazem parte do Grupo de Estudos Marxista (GEM) em Parnaíba.

Entendemos que a Universidade deve ser um espaço onde o livre debate de ideias e correntes de pensamento deve ser intransigentemente defendido, para que a democracia prevaleça.

A defesa da democracia nos obriga a denunciar e a repudiar a campanha que vem sendo desenvolvida por grupos nitidamente influenciados por doutrinas de extrema direita que - através da internet,  e covardemente escondidos por meio de uso de comentários "anônimos" e do uso de pseudônimos - atentam contra o elementar direito de livre expressão e organização, fazendo ataques pessoais e morais aos que participam do GEM.

A campanha difamatória contra estudantes, servidores e professores é feita em nome de um suposta defesa da "família", "moral", "ordem", "respeito", "decência", "justiça" e "ética"... São "coincidentemente" os mesmos argumentos usados pela extrema direita brasileira para justificar o golpe militar de 1964 e toda uma política fascista de perseguição, prisão, tortura e até eliminação física dos que se opunham ao regime ditatorial que ainda hoje deixa graves sequelas (e sem a devida reparação do Estado), e que lamentavelmente ainda atrai seguidores (Veja texto publicado em blog com comentários ofensivos aqui).

A ADCESP manifesta total apoio às pessoas, sejam elas defensoras do marxismo ou não, que sofrem opressão e agressões morais, simplesmente por exercerem o direito de livre manifestação do pensamento ou de livre organização em partidos, grupos de debates, sindicatos, associações. Dentre as pessoas constantemente atacadas por "anônimos", está um diretor da ADCESP, professor do campus UESPI de Parnaíba.

Ao mesmo tempo em que manifestamos nosso apoio político às pessoas agredidas, acionamos nossa Assessoria Jurídica para buscar a devida reparação no campo judicial contra os que difundem irresponsavelmente conteúdos preconceituosos e caluniosos. Chamamos a todas as entidades democráticas dos movimentos populares, estudantis, sindicais e partidos políticos a também repudiarem tal campanha caluniosa, em defesa da democracia.

Associação dos Docentes da UESPI - ADCESP
Seção Sindical do ANDES SN
Filiada à Central Sindical e Popular - CSP Conlutas

domingo, 27 de maio de 2012

Basta de perseguições aos professores que participaram do movimento grevista! Lotação nas escolas de origem, já!




De: Romildo Araújo, militante do PSTU/PI

Foram cerca de 80 dias de resistência na luta pela implantação do piso salarial profissional no Piauí. Conforme o MEC, o reajuste deveria ser de 22,22%, retroativo a janeiro. Além do piso, a categoria luta também por 1/3 de horário pedagógico conforme a Lei nº 11.738, entre outros pontos da pauta de reivindicações. Segundo o professor Hallysson Ferreira, um dos líderes do comando de greve, “a greve alcançou uma adesão de cerca de 90% da categoria na capital e no interior. Cidades como Campo Maior, Miguel Alves e Demerval Lobão participaram em massa do início ao fim do movimento.

Essa paralisação teve um diferencial: foi marcada por um amplo processo de mobilização e participação da base da categoria. Nesse processo, as escolas de tempo integral foram a vanguarda do movimento, pois o peso de sua organização e empenho de suas lideranças possibilitou a coesão necessária para manutenção do movimento”.

Pelo nível de combatividade da mobilização dos professores, tentando impor o recuo ao movimento, o governo de Wilson Martins (PSB), e o secretário de educação Átila Lira desencadearam um processo de repressão brutal contra os educadores. “Mesmo com balas de borracha, gás de pimenta, e toda truculência do RONE, não nos intimidamos”, afirma o dirigente.

Era a disposição de lutar da categoria que encurralava o governo e colocava as possibilidades concretas da vitória. O governo se viu acuado e modificou sua proposta por duas vezes. Tais fatos demonstram que o movimento tinha força para fazê-lo conceder o reajuste de 22,22%, de uma só vez, com os retroativos e implantação do 1/3 de HP, além de manter a regência de classe.

Contudo, a traição vergonhosa da direção do SINTE-PI/CUT prejudicou enormemente a organização da greve e provocou um recuo em massa da categoria. A não aceitação da decisão da maioria dos trabalhadores de continuar a greve na Assembleia Geral do dia 15/05, comprovou que o atrelamento da direção do SINTE-/CUT ao governo de Wilson Martins, não só joga a independência de classe na lata do lixo como também impede os trabalhadores de serem vitoriosos nas suas lutas.

Todos os presentes naquela assembleia geral puderam perceber que a direção do SINTE-PI/CUT atuou em conjunto com a SEDUC e programou o fim da greve conscientemente. Apesar da heroica resistência, durante alguns dias depois que a direção do SINTE-PI/CUT abandonou o movimento, a categoria vinha sofrendo todo tipo de ameaças via imprensa, e estar decepcionada com a traição histórica. Por consequência, a categoria começava retornar em massa ao trabalho. Uma oportunidade histórica de impor uma derrota ao governo foi jogada fora.

Após o retorno ao trabalho, os professores das escolas de tempo integral foram surpreendidos com as represálias.  Através de um ofício circular, o secretário de educação Átila Lira declara que não irá receber nenhum dos professores dessas escolas em suas lotações de origem. Somente no CETI Gov. Freitas Neto foram 11 professores impedidos de assumirem seus postos de trabalho.

Em outras escolas, como CEMTI João Henrique, dois professores foram devolvidos para uma nova lotação. No CETI Pequena Rubim, cerca de 20 professores estiveram em greve e, dia 23/05, dois desses já haviam sido devolvidos para a 4ª DRE. Supervisores da SEDUC andam nas escolas anotando faltas relacionadas à greve e bisbilhotando diários de classe e a vida funcional daqueles professores que estiveram mais ativos na luta.

O governo agora ameaça cortar o ponto dos grevistas que continuaram parados contra a decisão da direção do SINTE-PI numa clara tentativa de intimidação. A direção do sindicato até o momento não se moveu contra as perseguições. O que estão esperando?

De acordo com o professor Marcos Fernandes, “nós da CSP-Conlutas, nos solidarizamos como os professores que estão sendo perseguidos, removidos e sofrendo coação moral e intimidações. Denunciamos o caráter ditatorial e coronelista do governo de Wilson Martins (PSB-PT) e chamamos a todos os movimentos sociais a repudiarem as perseguições desse governo contra os professores que participaram da heroica greve e que estiveram acampados ao lado do Palácio do Karnak. Estamos ao lado desses professores unindo esforços para que sejam suspensas todas as retaliações”.

O PSTU manifesta total apoio aos professores perseguidos pelo autoritário governo Wilson Martins (PSB), governo esse que criminaliza greves e sucateia a Educação Pública com o apoio do PT e do PCdoB e partidos de direita no Piauí. 


Abaixo as perseguições aos professores!

Não à criminalização das greves!

Lotação dos professores da greve nas suas escolas de origem já!

Nenhum desconto dos dias parados!

Fora Wilson Martins! Basta de repressão!