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terça-feira, 21 de março de 2017

Eleições do Sindserm: um breve balanço. Mais do que nunca, é hora de unificar a base e seguir com lutas!

 A chapa montada e financiada pelo prefeito Firmino/PSDB foi duramente derrotada na eleição do Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm). Ela ficou em terceiro lugar numa disputa que envolveu quatro chapas. Isso é um fato importante a ser comemorado pelo conjunto da categoria do funcionalismo municipal, diante do investimento milionário que foi feito pela prefeitura e também por parte da base de vereadores municipais e do movimento sindical governista (União Geral dos Trabalhadores – UGT, com o apoio da Central dos Trabalhadores do Brasil – CTB/PCdoB) para tentar tirar o Sindicato do caminho das lutas e mobilizações.

Enquanto parte dos membros da chapa de situação (Chapa 1), que ficou em segundo lugar, lamentamos nossa derrota no processo eleitoral, porém respeitamos bastante a vontade dos servidores e servidoras que foram às urnas. Aceitamos o resultado com humildade e também como uma lição. Tentar compreender este processo é importante para reconhecer falhas e superar as dificuldades que tivemos enquanto parte da diretoria que comandou o Sindicato no último triênio, e também para nossa localização enquanto militantes de base no movimento sindical.

UM BALANÇO NECESSÁRIO

Opinamos que nossa gestão, em geral, foi de muita luta, principalmente em setores historicamente esquecidos pelo Sindserm (administrativos, assistência social, Strans, ...) e na Saúde, onde foi possível arrancar algumas conquistas importantes, após a realização de várias greves e enfrentamentos. No entanto, a Prefeitura jogou tudo que tinha contra a direção desde o primeiro dia de gestão. Uma das primeiras medidas truculentas do prefeito para atacar essa gestão foi a desfiliação indireta em massa dos servidores com o corte integral da contribuição para o sindicato. A situação ficou tão grave durante o primeiro ano de gestão que para pagar contas como funcionários, internet, luz e água tivemos que contar com a ajuda financeira da CSP Conlutas nacional e entidades filiadas para defender nossa entidade contra a ação truculenta da prefeitura.

Mas o prefeito não parou por aí. Acirrou os ataques aos trabalhadores da Educação através de muito assédio, processos administrativos e também do corte de ponto dos servidores que participavam das assembleias gerais convocadas pelo Sindicato, o que acabou contribuindo para afastar o magistério das campanhas salariais gerais. Soma-se a isso o fato de Firmino Filho/PSDB nem mesmo ameaçar deixar de repassar o índice de reajuste anual estipulado pelo MEC, por medo de ver um novo processo de mobilização massiva como o que derrotou e desgastou politicamente o ex-prefeito Elmano Ferrer/PTB e conquistou o reajuste histórico de 24% (Piso do MEC + índice geral ) em 2012. 

Como alertávamos a cada campanha salarial, a política de reajuste do piso do MEC – com índices cada vez mais rebaixados – não atendia à necessidade real da categoria e era preciso ir à luta geral unificada, por reposição das perdas e aumento real, contra a intensificação do ritmo de trabalho e exploração (Portaria 481). Contudo, além da artilharia da prefeitura, a artilharia interna também ajuda a entender as fragilidades da gestão anterior. Por diferenças políticas internas profundas, um grupo minoritário (Marcelo, Mara, Joaquim, Sinésio) na direção começa a construir uma política consciente de boicote às lutas da categoria, de calúnias e ataques do mais baixo calão, machistas inclusive, preferindo enfraquecer o sindicato e a categoria que unificar a luta nos embates contra a prefeitura, chegando a romper oficialmente com a direção anterior apenas em 2016.

Nossa autocrítica aqui consiste em termos nos afastado inconsciente do setor da educação e, portanto, em não termos conseguido, com trabalho de base, avançar muito na luta contra o assédio de Firmino/Montezuma, contra as dificuldades de mobilização da Educação para além do reajuste do “Piso” e contra as calunias do grupo minoritário da direção. Porém, contraditoriamente, este afastamento se deu em meio a um envolvimento no trabalho de base em outros segmentos do funcionalismo (administrativos, CAPs, Strans, Assistência Social, Saúde...)   – como nunca antes -, com lutas importantes protagonizadas pelas demais categorias do funcionalismo. Foi correto investir na luta onde a categoria se mostrava mais disposta a lutar. O Sindicato cresceu com isso. Mas foi um equívoco não termos feito o devido equacionamento para garantir mais e mais trabalho de base na Educação, mesmo com o recuo circunstancial do magistério em participar com o esperado peso nas campanhas salariais unificadas.

Um alerta sobre quem ganhou fazendo calúnias e futricas

Perdemos principalmente para os nossos próprios erros e, como dissemos, respeitamos a decisão democrática da base. Foi a partir do aparente “vácuo político” na base da Educação que a maioria do setor (que é também o maior eleitorado) decidiu votar em uma chapa de oposição. Foi este espaço não ocupado pela direção do Sindserm que potencializou as campanhas dos grupos de oposição, e nos fez ter dificuldades em responder à altura os ataques desleais, desonestos e caluniosos das chapas envolvidas no processo.

A chapa vencedora se beneficiou enormemente desta campanha de “vale-tudo”, inclusive contando com apoio de cabos eleitorais do PT e do PSDB, mas contraditoriamente questionando o “partidarismo” do sindicato, e contribuindo com a despolitização do processo. Além disso, o grupo contou com um aspecto importante: para amplos setores da base, a maior lembrança do principal dirigente da chapa era de quando ele presidiu o Sindserm no momento em que a categoria teve o reajuste de 24,22%.

Infelizmente, os fatores que levaram Sinésio a sair do PSTU (burocratização/uso do sindicato para fins pessoais; machismo, autoritarismo, personalismo, e uso de mentiras, calúnias e futricas para almejar espaços na direção) podem representar um entrave para que o Sindserm siga o caminho das lutas e pela base. Um sinal de alerta foi a movimentação da nova direção do Sindicato em ter desmarcado assembleia geral do dia 8 de Março – que havia sido aprovada pela categoria em assembleia realizada um mês antes – esvaziando a mobilização do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, em nome de um café da manhã esvaziado na sede do Sindicato.


Nosso agradecimento e nosso compromisso de continuar na luta

Finalizado o processo eleitoral, é necessário continuar a luta. O Congresso dos Servidores Municipais (Conserm), instância máxima de deliberação da categoria realizada no ano passado pelo Sindserm, aprovou nossa proposta de criação do Conselho de Representantes de Base, que terá poderes maiores que a diretoria executiva na gestão do sindicato. É com a base organizada e com participação ativa no Conselho que estaremos construindo as lutas e a resistência da classe trabalhadora. Cabe a nova gestão fazer cumprir as resoluções democraticamente aprovadas no Conserm, e convocar desde já a eleição dos conselheiros de base.

Agradecemos aos servidores e servidoras que votaram na Chapa 1 e estamos felizes por termos aproximado uma nova vanguarda de luta no funcionalismo municipal. Esta nova vanguarda agora se articula em um coletivo de oposição à nova gestão e defende, mais do que nunca, que é necessário unificar a base e seguir com lutas, para derrotar os ataques dos governos contra a classe trabalhadora. Temos que fazer uma forte luta contra as reformas da previdência e trabalhista, proposta pelo governo Temer/PMDB, e que conta com o apoio dos governos Wellington/PT e Firmino/PSDB. Neste momento, é preciso construir a greve geral em defesa da previdência pública e do direito a aposentadoria, contra Temer e o Congresso Nacional e sabemos que o Sindserm pode desempenhar um importante papel nesta luta.

Muito obrigado e todos à luta!

Teresina, 21 de março de 2017.


Militantes do PSTU na base dos servidores municipais

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Contra o Assédio Moral! Pelo fim das calúnias!


O PSTU informa que o professor Renato Veloso, diretor da escola municipal Camilo Filho, em Teresina, acusado de cometer assédio moral contra professoras da mesma escola,  não pertence ao quadro de militantes e filiados do PSTU. Ele é formalmente filiado ao PSOL.

O PSTU repudia a atitude de Renato Veloso e se soma às professoras, exigindo  apuração e punição  de todos os envolvidos. E informa também que no dia 28.08 (última quarta-feira), os dirigentes do Sindserm ligados ao PSTU se reuniram com as professoras que denunciaram o assédio e com o professor Renato para exigir providências.

Na reunião, os militantes do PSTU afirmaram que vão levar o caso para uma assembleia geral do Sindserm e defenderão a saída do professor Renato da diretoria da entidade, em virtude de práticas incompatíveis com o programa e a política da diretoria.

Além das medidas já tomadas, os militantes do PSTU  exigiram um protocolo de conduta por parte do professor Renato, sob pena de, em caso de descumprimento, outras possíveis sanções possam ser adotadas e aprovadas nas devidas instâncias do sindicato.

Os membros  do PCO,  APS-PSOL e CSOL-PSOL (que fazem parte da diretoria do Sindserm junto com o PSTU) sabem que o professor Renato Veloso é filiado formalmente ao PSOL e há mais de um ano não tem relações políticas com o PSTU e nem com a CSP-CONLUTAS, central a qual o Sindserm é democraticamente filiado e que repudia práticas dessa natureza.

Infelizmente, ao invés de unirem todas as forças para defender as professoras, utilizam esses fatos graves para caluniar o PSTU e a CSP-CONLUTAS que nada têm a ver com isso. 

O PSTU repudia a política deliberada de calúnia por parte do PCO, APS e CSOL, como método de disputa política no movimento sindical. Tal prática visa confundir a categoria de servidores municipais, mas na verdade serve aos interesses da direita do movimento sindical que está ávido para retomar a diretoria do Sindserm e colocar a entidade novamente sob controle da prefeitura, hoje ocupada pelo PSDB.

Contra o Assédio Moral!

Pelo fim das calúnias!

Por um processo eleitoral limpo e democrático no Sindserm!


Militantes de base do PSTU que atuam no serviço público municipal de Teresina

quarta-feira, 22 de maio de 2013

PSOL e PCO patrocinam falsificação grosseira para caluniar o PSTU em Teresina


O vídeo postado na internet por membros do PSOL e do PCO, denunciando uma suposta situação de assédio moral por parte do presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (SINDSERM-THE), consiste numa falsificação digna da política stalinista, dentro do movimento sindical.

Montado e dirigido por Landin/Dever de Classe, afastado do PSTU há alguns anos justamente por insistir em utilizar a calúnia como método de luta política, o vídeo tenta passar uma série de falsas conclusões, a partir da manipulação de imagens de uma discussão entre diretores do SINDSERM, intercaladas com depoimentos de mulheres militantes do PSOL.

A verdade é que por volta das 14 horas do dia 09 de maio de 2013, 8 membros dessas agremiações - composta por 4 homens e 4 mulheres - adentraram no SINDSERM e cercaram o tesoureiro do sindicato, Raimundo Brito, na sala de reuniões para pressioná-lo e intimidá-lo, para que passasse por cima de uma decisão da Comissão Provisória de Finanças da Greve, eleita em assembleia, que determinava auxiliar financeiramente servidores(as) que tinham descontos em seus contracheques, por causa da greve.

O grupo, composto por militantes do PSOL (APS e CSOL) e o PCO, tinha a intenção de fazer com que o tesoureiro do Sindserm, Raimundo Brito, efetuasse “devoluções” indiscriminadas dos valores descontados pelo prefeito nos contracheques dos grevistas. O objetivo seria jogar a categoria contra a Direção do sindicato, mentindo para a base de que a assembleia aprovou pagamento integral pra todo mundo e que a Direção estaria se negando a cumprir a decisão.

Caso Brito cedesse à pressão exercida pelos 8 membros do PCO/PSOL, além de passar por cima da Comissão eleita em assembleia, estaria abrindo um precedente perigoso, uma vez que o sindicato não poderia competir com o poder de descontos da Prefeitura e ainda estaria inviabilizando o seu próprio funcionamento, como o pagamento dos seis funcionários e assessorias, por exemplo (essa era a intenção do grupo). Com essa superioridade numérica de 08 contra 02, cai por terra o argumento de que o Sinésio (PSTU) estaria assediando moralmente a vice-presidente Maria Luiza (PSOL).

Na verdade, em nenhum momento existe ameaça, por parte do Presidente, ou qualquer imposição física ou de qualquer ordem à militante do PSOL. Além disso, Maria Luiza (PSOL) que se diz assediada moralmente, estava segurando Chiquinho (PSOL) o tempo inteiro, pois o mesmo ameaçava agredir fisicamente a Sinésio (PSTU). Mesmo na vídeo-montagem feito pelo Dever de Classe/Landin é possível perceber que, quando Maria Luiza (PSOL) se aproxima de Sinésio, este recua e dirige-se a Chiquinho (PSOL). TUDO ISSO PODERÁ SER VERIFICADO SE O DEVER DE CLASSE/LANDIN TIVER A CORAGEM DE MOSTRAR O VÍDEO FEITO POR ANA CRISTINA (PSOL) NA ÍNTEGRA.

Em momento nenhum qualquer uma das mulheres foi chamada de “ladrona” como afirma Ana Cristina (PSOL). Na própria vídeo-montagem isso não é mostrado, porque simplesmente não ocorreu. O mais irônico é que nesta gravação é possível identificar o assédio moral realizado pelos(as) caluniadores(as) contra Carla Mata, contadora do SINDSERM. Na gravação de áudio que está com a contadora, Chiquinho (PSOL) chega a esmurrar a mesa de Carla. Com a pressão, Carla convocou os membros da Comissão eleita em assembleia para a noite daquele mesmo dia 09 de maio, quando fizeram mais uma ata e desfizeram a Comissão, por receio e represálias do PCO e PSOL. Disponibilizamos o arquivo de aúdio na íntegra aos interessados por e-mail.

Landin/Dever de Classe e Lourdes Melo (PCO) são ex-militantes do PSTU. Ambos foram afastados do partido há vários anos justamente por insistirem em utilizar a calúnia e a difamação como método de luta política. Agora querem atingir o PSTU porque sabem que esta organização não admite práticas como as que estão acusando indevidamente. O pedido de providências feito no vídeo pressupõe como verdadeira uma acusação que não tem fundamento. Uma manobra típica de quem tenta manipular uma informação.

Para nós, do PSTU no Estado do Piauí, não temos como dialogar com quem se utiliza de subterfúgios, calúnias e truncagens eletrônicas para falsear fatos políticos. Só a verdade é revolucionária.



Direção Estadual do PSTU

Teresina, 22 de maio de 2013

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Todo apoio à greve dos servidores municipais de Teresina!


O prefeito Firmino Filho (PSDB) iniciou um novo mandato em janeiro, mas as práticas são bastante conhecidas pelos servidores municipais, que amargam arrocho salarial, retirada de direitos, retenção criminosa de salários e intransigência em não abrir canal efetivo de negociação com o Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm). 

A greve deflagrada pelo funcionalismo municipal no dia 18 de fevereiro foi a resposta encontrada pela categoria diante da intransigência do prefeito em discutir as pautas apresentadas pela categoria logo no início do ano de 2013.  Mostrando que não tem interesse em melhorar as sofridas condições de trabalho e péssimos salários dos servidores, Firmino fez vista grossa às reivindicações e tratou de priorizar a  aprovação de uma reforma administrativa que criou mil novos cargos comissionados na prefeitura, para atender aliados políticos e empresas privadas que financiaram a campanha eleitoral tucana.

A reforma administrativa para agraciar aliados, é claro, está sendo paga pela população de Teresina e já está custando muito caro aos servidores municipais, de diversas áreas. Cortes de gratificações, adicionais de insalubridade e periculosidade, e vantagens salariais foram retiradas dos servidores que – em alguns casos – chegaram a passar dificuldades para garantir alimentação da família. Tais ataques, no entanto, foram criados pelo prefeito, para tentar tirar o foco da campanha salarial dos servidores que amargam perdas de cerca de 47% nos últimos anos.

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), ao mesmo tempo em que manifesta total e irrestrito apoio à greve dos servidores municipais, exige que o prefeito devolva os salários e gratificações dos/as trabalhadores e atenda às justas reivindicações do funcionalismo, assim como revogue a reforma administrativa que “sanguessuga” recursos importantes que deveriam ser destinados à reforma de escolas, creches (CMEIs) e hospitais, cujas condições de funcionamento estão deploráveis.

Respeito e unidade para enfrentar os ataques da prefeitura! Chega de ofensas e calúnias!

A greve dos servidores municipais requer a mais ampla unidade da categoria para que a luta contra cortes de direitos e por melhoria salarial seja vitoriosa. Nós do PSTU apostamos na unidade das diversas correntes que fazem parte da direção do Sindicato, para que a categoria se sinta ao máximo segura no movimento grevista que acabou de ser deflagrado.

O chamado à unidade, no entanto, não quer dizer que devamos esquecer as profundas diferenças que nós do PSTU temos como outros agrupamentos políticos que fazem parte da diretoria do Sindserm (APS/PSOL, CSOL/PSOL e PCO).

O que queremos – e o que a categoria de servidores municipais espera – é que as evidentes divergências que temos sobre concepção de movimento sindical não descambem para os ataques pessoais, picuinhas e calúnias, desviando o foco das assembléias.



Caluniadores não apresentam provas

Acusar sem provas é uma das práticas mais desonestas e irresponsáveis que infelizmente ainda permeiam os movimentos sociais. Na primeira assembléia geral do ano, alguns diretores do sindicato (ligados ao PCO e PSOL) levantaram várias suspeitas sobre a postura de nossos militantes na direção do Sindserm. Disseram, dentre outras coisas, que a tesoureira do Sindicato havia sido destituída em reunião de diretoria da entidade, o que é uma grande mentira.

Diante das insistentes e irresponsáveis acusações sem provas levadas a público, propusemos, na assembléia, a realização de uma reunião de diretoria – de caráter aberto – para que denúncias fossem entregues formalmente à direção do Sindserm, para serem posteriormente apreciadas em assembléia geral específica. A proposta foi aprovada pela categoria mas, infelizmente, a reunião foi realizada no dia 16 de fevereiro sem que NENHUMA DENÚNCIA FORMAL fosse apresentada pelos acusadores.



O PSTU chama publicamente o PSOL e PCO para que seja encerrada a campanha caluniosa ora em curso e que só desgastam e enfraquecem as relações políticas entre as diversas correntes, e acabam por desviar o foco da importante luta que travamos. E fazemos novamente um desafio às correntes sindicais que covardemente nos caluniam: apresentem denúncias formalmente ao Sindicato para que a categoria, em assembléia geral específica, analise os documentos e aprove os devidos encaminhamentos! “Só a verdade é revolucionária!”