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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Luciane questiona privatização da Agespisa e denuncia contratos terceirizados da empresa Águas de Teresina





A candidata ao governo do Piauí pelo PSTU, Luciane Santos, entrou com representação no Ministério Público Estadual na manhã desta quarta-feira, onde pede investigações sobre a contratação de serviços terceirizados pela empresa Águas de Teresina. “Recebemos diversas denúncias em que os trabalhadores relatam condições degradantes de trabalho, horas extras não pagas e baixíssimos salários impostos por empresas terceirizadas contratadas pela Águas de Teresina, dentre elas a Belazarte. Além de denunciarmos a situação precária de trabalho, questionamos também sobre a propriedade da Belazarte, se ela é ligada direta ou indiretamente a família do prefeito Firmino Filho”, informou Luciane Santos. "Além disso, a qualidade dos serviços prestados piorou e falta água em vários bairros de Teresina", disse. Ela foi ao Ministério Público acompanhada pelo candidato a senador pelo PSTU, Gervásio Santos, presidente do diretório estadual do partido.

“Desde o início fomos contra a privatização dos serviços de água e esgoto no Piauí, ocasionado pelo acordo feito entre o governo Wellington Dias/PT e Firmino Filho/PSDB. O fechamento da Agespisa precisa ser revertido. Defendemos que a Agespisa seja saneada e seja totalmente pública, sob o controle dos trabalhadores urbanitários e da população trabalhadora usuária. A população vem se queixando cada vez mais do aumento das contas de água e dos serviços. E para garantir serviço de água e esgoto com boa qualidade, com redução de tarifas, é necessária a reestatização do sistema de abastecimento d’água e tratamento de esgoto. Os trabalhadores terceirizados devem ser incorporados à Agespisa, com todos os direitos respeitados, e salários compatíveis com as funções desenvolvidas na empresa”, defendeu Luciane. “Precisamos ainda colocar na cadeia os responsáveis, em sucessivos governos, pelo desmonte da empresa, que foi saqueada por anos e anos por corruptos. Defendemos a prisão e confisco dos bens dos corruptos e corruptores”, continuou.

Segundo a candidata do PSTU, não só o processo de privatização da Agespisa precisa ser revertido. “Defendemos o fim de todas as privatizações, inclusive a realizada através das Parcerias Público Privadas (PPPs) no Piauí. A privatização só serve para o enriquecimento dos grandes grupos empresariais, que faturam muito dinheiro através da exploração dos trabalhadores terceirizados. Nossa candidata a presidente da República, Vera Lúcia, também defende o cancelamento do leilão da privatização da Eletrobrás Piauí (Cepisa). Todas as empresas estatais devem ter capital 100% público e serem colocados sobre o controle da classe trabalhadora. É por conta do avançado processo de privatização da Petrobrás que estamos vivendo um verdadeiro sufoco para comprar o gás de cozinha, ou para a compra do combustível nos postos”, afirmou Luciane Santos.

INÍCIO OFICIAL DA CAMPANHA – Chamado nacionalmente de “Dia 16” em alusão ao número da legenda do partido, o PSTU fará atos e ou caminhadas em todo o país para dar início às atividades de campanha eleitoral. No Piauí, o primeiro dia oficial de campanha de Luciane Santos e demais candidaturas do PSTU será no bairro Santa Maria da Codipi, zona norte de Teresina. Às 8h haverá concentração de militantes no mercado do Parque Wall Ferraz. Às 9h, caminhada no conjunto habitacional Jacinta Andrade (local de moradia de Luciane Santos). A partir das 10h30, serão realizadas visitas a apoiadores na ocupação Dandara dos Cocais. Na oportunidade, serão apresentadas as candidaturas e o programa defendido pelo PSTU para atacar os principais problemas da classe trabalhadora como desemprego, falta de moradia, precariedade da Educação e Saúde públicas, assim como a necessidade de se fazer uma rebelião no país para defender direitos e anular e barrar as reformas que atacam os trabalhadores.


Mais informações:

Daniel Solon
(86) 99976-1400
Equipe de Comunicação


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

CONVENÇÃO ESTADUAL DO PSTU: O Piauí e o Brasil precisam de uma rebelião!


Militantes, amigos e amigas do PSTU são nossos/as convidados/as para participar da Convenção Eleitoral estadual que acontecerá neste sábado, 4 de agosto, às 18h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa (Av. Marechal Castelo Branco, 201, bairro Cabral).

Venha participar deste momento político importante que vai oficializar nossas candidaturas de luta e socialistas para o governo do estado, para deputados estadual e federal, e para o senado.

Assim como a campanha de Vera e Hertz para presidência da república, nossas candidaturas em nível estadual estarão à serviço das lutas em curso no país e no Piauí pelo direito ao emprego, salário, direitos trabalhistas, por terra e moradia, contra as reformas que atacam a classe trabalhadora, contra as privatizações e opressões (LGBTfobia, machismo, racismo...).

As eleições não vão mudar a dura realidade no país. Quando uma organização revolucionária participa das eleições não é para vender ilusões no sistema eleitoral ou na democracia burguesa. Nossas candidaturas vão usar todo o espaço que tivermos para apresentar um programa classista e socialista para atacar radicalmente os problemas enfrentados pela classe trabalhadora. Tal programa só pode ser implementado a partir da luta direta do povo pobre e trabalhador, contra os patrões. O que precisamos, de fato, é uma revolução socialista, para mudar realmente a difícil situação da classe trabalhadora.

FIM DOS PRIVILÉGIOS - Nossa campanha eleitoral também fará a denúncia dos privilégios dos políticos que, durante mandatos, vivem cheios de regalias e mordomias. Defendemos a redução salarial dos políticos (para o salário de um operário qualificado), e fim dos auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio transporte etc. Esta defesa será oficializada ainda na solenidade de convenção do partido, com assinatura de termos de compromissos das candidatas e candidatos do PSTU.

FINANCIAMENTO - Como somos um partido independente, toda nossa campanha será custeada voluntariamente, por militantes e apoiadores trabalhadores, sem empresas e sem patrões. Por isso, fazemos um chamado para que ativistas da classe trabalhadora possam doar tempo e dinheiro para construção de nossas candidaturas.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Luciane Santos é pré-candidata a governadora pelo PSTU

Luciane Santos, pré-candidata a governadora pelo PSTU no Piauí


O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou o nome da professora da rede municipal de educação, Luciane Santos, como pré-candidata a governadora do Estado do Piauí. Luciane foi a candidata do PSTU na disputa à prefeitura de Teresina, em 2016, e tem militado em defesa dos direitos da classe trabalhadora, das mulheres e na luta por moradia.

“As candidaturas do PSTU no Piauí, assim como nossa chapa de candidatos a presidência da República, encabeçada pela operária Vera Lúcia Salgado e pelo professor Hertz Dias, estão a serviço de fazer um chamado à classe trabalhadora, povo pobre e juventude, a fazerem uma rebelião no país. A crise colocada nas costas da classe trabalhadora só será resolvida quando os de baixo se organizarem e lutarem para construir um governo socialista dos trabalhadores, sem patrões”, afirma o presidente do Diretório Estadual do PSTU, Gervásio Santos.

De acordo com Gervásio Santos, o programa de governo a ser apresentado por Luciane Santos estão em total sintonia com o manifesto “Um chamado à rebelião, um projeto socialista”, de um governo socialista dos trabalhadores formado por conselhos populares, lançado pelo PSTU nacionalmente. O nome que comporá a chapa de vice-governador também será dos quadros do PSTU, que também lançará candidaturas ao Senado, e a deputado estadual e federal.

“As candidaturas estão sendo construídas no interior do partido. A partir de nossas candidaturas próprias, mostraremos nossas diferenças programáticas com as demais candidaturas. Nossas campanhas estarão do lado das lutas da classe trabalhadora e contra o racismo, o machismo e a lgbtfobia”, completa Santos.


terça-feira, 24 de abril de 2018

Governo do PT congela salários e aplica calote no funcionalismo estadual


Arrocho é feito para garantir mais dinheiro aos banqueiros. É preciso uma rebelião de base dos servidores contra o governo Wellington Dias

O governador Wellington Dias (PT) acaba de anunciar o descumprimento de acordos de reajustes salariais com diversas categorias do serviço público estadual (professores, militares, policiais civis, auditores da fazenda) que tratam dos seus reajustes salariais. Outras categorias estão há meses buscando negociação para que o governo faça a reposição de perdas inflacionárias dos últimos cinco anos, como é o caso dos professores da Universidade Estadual do Piauí, mas até o momento o governo se nega a negociar.

O governo petista no Piauí alega que apenas cumpre a Lei Eleitoral que não permitiria conceder reajustes salariais aos servidores em ano eleitoral, o que é falso. A verdade é que o PT, no Piauí, deu um calote em parte do funcionalismo que já tinha fechado algum acordo com o governo, e também aplica congelamento salarial para outra parcela dos servidores, que estão em campanha salarial para repor perdas inflacionárias. Com isso, se depender da má vontade do governo, cerca de 370 mil servidores, de 23 categorias, ficarão com os salários congelados.

O governo Wellington Dias e sua relação com o funcionalismo

O PT, que já governou o Estado em anos anteriores (2003 – 2010), e que venceu a disputa ao governo em 2014, estando em seu terceiro mandato, demonstra que o funcionalismo é o principal alvo na hora de cortar recursos. É desta forma, tirando de quem já vive com salários arrochados, que sobra mais dinheiro para o pagamento da dívida pública e para obras do projeto de “desenvolvimento” que privilegia sobretudo ao agronegócio e empreiteiras.

A política de arrocho dos servidores foi intensificada no ano de 2016. Mesmo sob um forte protesto do funcionalismo e debaixo de um forte aparato militar, o PT fez aprovar na Assembleia Legislativa do Piauí a tão famigerada PEC do Teto de Gastos (que limita investimentos por mais de dez anos em gastos com pessoal). Com a medida, o governo petista se antecipou à “PEC da Morte” do governo Temer.

Porém, o funcionalismo vem demonstrando disposição para enfrentar o governo, apesar das direções pelegas de sindicatos como o Sinte, que representa os trabalhadores em educação (ensino médio). Em fevereiro de 2018, os professores estaduais decretarem uma greve no inicio do ano letivo, devido o governo Wellington Dias não ter concedido o Piso Nacional do Magistério e de ter anunciado uma debochada proposta de auxilio alimentação em troca do reajuste. No inicio de abril, por insatisfação aos planos fiscais do governo petista, foi a vez dos policiais civis. Eles entraram em greve porque governo vem descumprindo um acordo judicial em que se compromete de encaminhar e aprovar um reajuste salarial referente aos anos de 2016-2017-2018.

O funcionalismo deve construir uma rebelião de base contra o calote do governo

Para atender às demandas dos empresários, com quem mantem contratos de obras e serviços, e os banqueiros, no qual vem pagando fielmente os juros e as amortizações das dívidas públicas, a fórmula encontrada pelo governo Wellington Dias é sangrar o funcionalismo, com uma severa política de arrocho e congelamento salarial. Mesmo assim, o governo ainda aumenta o endividamento do Estado, pedindo dinheiro emprestado, e prepara mais ataques aos funcionários públicos, agora com uma nova reforma da previdência que impõe a chamada “previdência complementar”. É mais uma forma de privatização da previdência, colocando em risco o direito do funcionalismo à aposentadoria.

Recentemente, Wellington Dias fez um empréstimo de R$ 600 milhões (recebeu metade desta quantia e briga pela outra metade) junto à Caixa Econômica Federal com objetivo de manter os contratos com os empresários em dia. E, com os banqueiros, ele planejou pagar pelo menos R$ 630 milhões, em juros e amortizações da questionável dívida pública estadual, de acordo com a Lei Orçamentária aprovada para 2018. No entanto, como é de praxe, o governo sempre paga além do que planeja quando o assunto é dívida pública. Em compensação, os orçamentos minguados em áreas sociais quase sempre sofrem cortes. Ou seja, sobra dinheiro para os capitalistas, falta para o funcionalismo, à educação, saúde, segurança e para as obras públicas que atendam os interesses da sociedade piauiense mais pobre.

As diversas categorias do funcionalismo público estadual, no Piauí devem reagir a mais esta medida de arrocho salarial e de descompromisso do governo Wellington Dias com o serviço público estadual. Os dirigentes que estão à frente dos sindicatos de categorias do funcionalismo estadual devem romper com qualquer unidade que porventura tenham com este governo. Hoje, infelizmente, a CUT e partidos como o PCO, PSOL, PCdoB e PCB, supostamente em nome da “defesa da democracia” e “contra o fascismo”, estão em atos conjuntos com o governo do PT, sendo que a “Caravana Lula Livre” só existe no sentido de desviar a insatisfação do povo para as eleições 2018.

É necessário convocar uma Plenária do Funcionalismo Público do Estado do Piauí para organizarem uma reação poderosa aos planos de ajustes fiscais e de reforma da previdência que só prejudicam os serviços públicos e a população pobre do Estado. 
Somente uma forte rebelião na base dos servidores públicos estaduais, que possa realizar uma forte greve geral no serviço público (se apoiando nos exemplos dos servidores de MG, que também lutam contra o governo petista de Fernando Pimentel), terá condições de arrancar os acordos salariais que o PT e os capitalistas negam-se em implementarem.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Após resistência e mobilização da ocupação Aeroporto, prefeitura de Piripiri recua no projeto de desocupação da área

Moradores saíram em marcha da ocupação até o centro de Piripiri




Os moradores da ocupação Aeroporto, em Piripiri (PI), acabam de obter uma importante vitória na luta pelo direito à moradia. Hoje pela manhã, após realizarem marcha com mais de cem pessoas pelas ruas da cidade, eles foram recebidos, em audiência realizada na prefeitura, que contou com a presença do prefeito Luiz Menezes/PMDB, e representante da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão ao qual pertence a área ocupada. Os ocupantes conquistaram, na reunião, a garantia de que não haverá mais nenhuma medida de desocupação e que a área será regulamentada, para que os moradores possam reivindicar o acesso ao programa de construção de moradias junto à Caixa Econômica Federal.

“O clima é de festa, mas ao mesmo tempo, de grande vigilância entre os ocupantes, uma vez que, na madrugada do último sábado, a prefeitura mandou trator para fazer a desocupação forçada da área, sem qualquer amparo judicial. Como os moradores estavam mobilizados e se entrincheiraram na área, fracassou a tentativa de despejo das mais de 130 famílias que moram em barracos improvisados na ocupação ”, afirma Tibério César, do movimento Pró-Luta Popular, e da Central Sindical e Popular - CSP Conlutas em Piripiri.

Tibério, que é militante do PSTU, é um dos organizadores da ocupação. Segundo ele, “vamos nos manter firmes e em mobilização, para resistir a qualquer manobra da prefeitura. A batalha de hoje foi vitoriosa, mas temos ainda muita luta pela frente até que a ocupação seja regulamentada e que os moradores tenham acesso ao programa de moradia, assim como sistema de abastecimento de água, tratamento de esgoto, energia e outras questões básicas para se viver”. Ele destacou que o movimento dos ocupantes nesta segunda-feira recebeu também o apoio o Movimento de Luta e Resistência por Moradia (MOREM). A ocupação Aeroporto conta com moradores que estão no local há 20 anos, mas a maioria dos ocupantes chegou lá a partir de 2015, de forma mais organizada.


Outro processo de ocupação urbana acompanhado pela CSP Conlutas no Piauí é o Dandara dos Cocais, na zona norte de Teresina. A ocupação foi articulada e é coordenada pelo MOREM, que é do Movimento Nacional por Moradia. Nesta terça-feira, ocupantes da Dandara dos Cocais, juntamente com estudantes e outros setores organizados da classe trabalhadora participarão de protesto no centro de Teresina, reivindicando não só a regularização da área ocupada e construção de moradias populares, mas também para lutar pela revogação do aumento de 20% na passagem de ônibus de Teresina, feita pelo prefeito Firmino Filho/PSDB. 

“É preciso unificar as lutas por moradia, contra o aumento da passagem e em defesa de direitos. Os governos Temer/PMDB, Wellington/PT, Luiz Meneses e Firmino estão alinhados no ataque aos trabalhadores e por isso é preciso organizar a luta conjunta, e construir a greve geral para derrotar o ajuste fiscal dos governos”, completou Tibério.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Lucine 16 participa de sabatina na TV OAB Piauí

Chegou a vez da nossa candidata Luciane Santos ser entrevistada pela TV Online da OAB-PI, em programa apresentado por Gerson Rezende. Na sabatina, Luciane falou sobre a necessidade da democratização da internet, sobre o IPTU progressivo e a importância da construção de creches de tempo integral e com estrutura de qualidade para fortalecer a Educação Básica e o direito ao emprego de milhares de mulheres trabalhadoras de Teresina.

A candidata do PSTU também se posicionou em prol da valorização dos servidores públicos municipais, da revitalização dos rios Poty e Parnaíba e denunciou a especulação fundiária e imobiliária, que impede o direito à moradia de milhares de famílias teresinenses. Na ocasião, Luciane ainda defendeu as ocupações fundiárias e apontou a necessidade de conselhos populares para garantir uma gestão do município que atenda aos reais interesses dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade e do campo.



Na entrevista Luciane ainda falou sobre a falta de democracia nas campanhas eleitorais, que abertamente beneficia os grandes partidos corruptos que estão no poder. "Temos apenas oito segundos de TV para apresentar nossas programas, para apresentar nossas propostas. A gente vê a antidemocracia nessas eleições", alertou a candidata do PSTU Piauí.

Na oportunidade, Luciane Santos também convidou a classe trabalhadora, em conjunto com os sindicatos e movimentos sociais, a se somarem ao ato nacional que será realizado em Teresina ainda neste mês de setembro. "Nós do PSTU não somos um partido eleitoreiro. Nós estamos juntos nas lutas com os trabalhadores. Estamos nas greves e por isso fazemos um chamado a construir um dia nacional de lutas, que vai ser o dia 15 de setembro, pra barrar todos os ataques que o governo federal vem disferindo contra a classe trabalhadora, a exemplo da reforma da previdência", convidou a militante.

domingo, 31 de julho de 2016

PIRIPIRI: PSTU LANÇA PRÉ-CANDIDATURA DE TIBÉRIO CÉSAR À PREFEITURA MUNICIPAL

Tibério César anuncia candidatura ao lado do vice Zé Adalto
e do camarada Zé Piauí (Foto: PSTU-PI)
Neste domingo (31) em um momento histórico para o partido e para a política local, a Convenção Municipal do PSTU de Piripiri lançou a pré-candidatura de Tibério César à prefeitura do município piauiense. Agricultor formado em Educação Popular pela Universidade Federal de Pernambuco, Tibério César possui uma trajetória a serviço da organização da luta dos trabalhadores e trabalhadoras. Em Piripiri, Tibério foi um dos fundadores da Cooperativa Agrofamiliar dos Frutos da Terra, onde foi seu presidente por dois mandatos, e da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis.

Tibério lança sua candidatura para prefeito como uma alternativa de defesa do povo pobre e "contra os partidos tradicionais e reacionários, ligados a grandes escândalos de corrupção e traição", afirma o pré-candidato.  Ex-presidente do PT de Piripiri, rompeu com o petismo por discordar dos rumos tomados pela legenda e que atacam os trabalhadores. Depois de participar de um processo de discussão coletiva, Tibério César e outros ativistas dos movimentos sociais do município resolveram ingressar no PSTU, para continuar a luta em defesa do socialismo.

A Convenção do PSTU também lançou os nomes de Zé Adalto, para vice-prefeito, e de Chico Piauí, para vereador na chapa da sigla.Os desafios são grandes para uma candidatura revolucionária e socialista num no interior do Estado. No dia 05 de agosto é a vez da Convenção do PSTU Teresina lançar os nomes para a disputa das Eleições na capital.

Geraldo Carvalho, presidente do PSTU-PI (Foto: PSTU-PI)

Colegas e apoiadores de Tibério (Foto: PSTU-PI)




domingo, 17 de julho de 2016

LUCIANE SANTOS, A ÚNICA PRÉ-CANDIDATA REVOLUCIONÁRIA E SOCIALISTA À PREFEITURA DE TERESINA

No dia 5 de agosto faremos a Convenção do Diretório Municipal de Teresina, na sede do PSTU (Rua Desembargador Freitas, 1849, Centro). Convidamos filiados, amigos e ativistas independentes de partidos de esquerda para nossa convenção, que se iniciará às 18h.

Portal ODIA.com: PSTU apresenta Luciane Santos como pré-candidata a prefeita

O PSTU de Teresina lança a pré-candidatura de Luciane Santos a prefeita de Teresina, pelo PSTU! Ela é professora da rede municipal de educação. O pré-candidato a vice-prefeito é o professor Douglas Bezerra, professor da Ufpi, que atua nos movimentos sindical e popular. Geraldo Carvalho é nosso pré-candidato a vereador. Geraldo tem uma trajetória de luta política importantíssima no Piauí. Sem dúvida, pré-candidaturas dignas para defender uma Teresina para a classe trabalhadora!
Luciane Santos, Douglas Bezerra e Geraldo Carvalho (Foto: PSTU-PI)
"Temos uma cidade com dois extremos, com duas faces. Uma cidade que funciona perfeitamente para os ricos que moram no Jockey e nos condomínios de luxo. Outra, completamente diferente, para a classe trabalhadora, sobretudo a que vive na periferia. Nesta outra Teresina, falta saneamento, água, lazer, saúde e educação pública, transporte de boa qualidade. Sobra insegurança e desemprego", afirma Luciane. "Nossa pré-candidatura foi lançada para debater com a classe trabalhadora uma saída para a crise que nos atinge. Também foi lançada para fortalecer a luta contra o machismo, o racismo, a LGBTfobia, e para fortalecer ainda as lutas por direitos sociais", completa.




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PSTU mantém desafio ao governo Zé Filho e repudia ataques pessoais

Foto tirada na tarde desta sexta, após debate, denuncia descaso no HUT e na saúde pública

Em debate na TV Antena 10, o candidato ao governo do Piauí pelo PSTU, Daniel Solon, desafiou o governador Zé Filho (PMDB) a visitar o Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e os hospitais regionais, para mostrar a realidade da falta de leitos de UTI e a precariedade no atendimento a população. O governador perdeu a compostura afirmando que Daniel Solon é “mal-amado” e “revoltado”, esquivando-se do debate político e preferindo ataques pessoais. Ao final do debate, Daniel Solon lamentou o desequilíbrio emocional de Zé Filho, considerando “machista” as declarações do governador.

“O desafio está mantido. A sociedade quer saber se existe ou não falta de leitos de UTI no HUT. Várias entidades médicas denunciaram que morrem cerca de cinco pessoas por dia em Teresina, por falta de leitos de UTI. Nenhuma maquiagem que o governo Zé Filho, juntamente com o prefeito Firmino Filho (PSDB) consegue esconder esta triste realidade. Também mantemos o desafio para visitar os hospitais regionais, para saber se a população está satisfeita com o sucateamento e a falta de resolutividade nas cidades onde vivem”, disse Daniel Solon.

“Tenho andado de madrugada nos hospitais públicos de Teresina, e a realidade é triste. São pessoas dormindo em frente aos hospitais, buscando uma consulta. Essa realidade de sofrimento da população acontece em todo o Piauí. Além de consultas, as pessoas sofrem com dificuldade de realização de exames. Isso é fruto da privatização da saúde. Precisamos defender o SUS e a saúde pública no Estado investindo pelo menos 30% do orçamento na saúde pública, impedindo qualquer sangria de verba para favorecimento de hospitais privados, como acontece hoje”, afirma Daniel Solon.

De acordo com Daniel Solon, ao não responder se pretende fazer a contratação terceirizada de mão-de-obra da saúde nos hospitais, como o prefeito Firmino Filho almeja (projeto de lei tramita neste sentido na Câmara Municipal), “Zé Filho dá indicativos de que pretende defender esta proposta que acaba com os serviços públicos, e privatiza a saúde”. Com relação a superlotação dos corredores do HUT, o candidato Daniel Solon comemora o fato de o debate ter provocado uma ação da prefeitura e do Estado no sentido de resolver o problema. “Pena que não existe debate todo dia entre os candidatos. Talvez, assim, enquanto durar o período eleitoral, toda vez que denunciarmos a situação caótica de algum hospital, o governador e o prefeito se empenhassem, pelo menos temporariamente, em melhorar a situação sofrível dos que não conseguem um leito”, ironizou.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Daniel Solon (PSTU) defende autonomia financeira para a Uespi

Assembleia Geral docente

O candidato ao Governo do Piauí pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU-PI), Daniel Solon, defende uma mudança na Constituição Estadual para que a Universidade Estadual do Piauí (Uespi) tenha mais verbas e autonomia financeira. “A universidade vive uma crise, falta o básico para alunos e trabalhadores possam desenvolver as atividades dentro e fora do campus. A falta de vontade política do governo afeta a contratação de professores efetivos, técnicos e não garante assistência estudantil adequada para a permanência dos alunos. Tudo isso tem a ver com a falta de verbas e autonomia financeira dentro da universidade”, disse Daniel Solon, que visitou nesta terça-feira pela manhã o campus Poeta Torquato Neto.

Na visita, Daniel Solon que é professor da instituição, compareceu a Assembleia Geral da categoria realizada pela Associação dos Docentes da Uespi (ADCESP), onde foram discutidos diversos problemas dos professores e da universidade, dentre eles a falta de professores efetivos que vem comprometendo o funcionamento da universidade e prejudicando a qualidade da formação dos alunos. “É necessário que sejam nomeados todos os professores e técnicos classificados no último concurso. Defendemos também que novos concursos sejam realizados para suprir totalmente a falta de professores efetivos e técnicos”, afirma o candidato Daniel Solon.

Existem vários ofícios emitidos pela administração superior da universidade para o governo do estado pedindo a contratação imediata de todos os profissionais selecionados no último concurso público, porém a resposta que é dada a universidade é de que os recursos disponíveis não possibilitam estas nomeações. “É visto que o governo estadual não se cansa de emitir incentivos fiscais para os grandes empresários de nosso estado, enquanto para educação e saúde, as respostas sempre se dão de forma negativa, alegando, por exemplo, a Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou Solon.

A visita a Uespi foi acompanhada pelos candidatos ao senado, Geraldo Carvalho, e os candidatos e candidatas aos cargos de deputado estadual (Raimundo Brito e Yara Ferry) e federal (Jullyanne Teixeira e Verônica Viana). "A situação dos estudantes é de completo abandono por parte do governo. Os bolsistas estão há meses sem receber, e não há políticas de assistência estudantil de verdade", denuncia Verônica Viana, que é estudante do curso de História da Uespi.

Para o candidato do PSTU, é inadmissível que a Assembleia Legislativa do Piauí tenha um orçamento duas vezes maior que o da UESPI. “Como 30 deputados podem sair duas vezes mais caro que o investimento em mais de 23 mil pessoas, entre estudantes e trabalhadores, espalhados por todo o Estado do Piauí. As regalias dos deputados têm que acabar”, defende Daniel Solon.
Daniel Solon e Verônica Viana



quinta-feira, 3 de julho de 2014

PSTU foi o primeiro a registrar candidaturas no TRE-PI

Campanha começa no domingo (6), às 6 da manhã, no mercado do bairro Dirceu Arcoverde, zona sudeste de Teresina

Candidato a governador, Daniel Solon, foi ao TRE-PI



O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) solicitou hoje (03) pela manhã o registro das candidaturas ao governo do Estado, senado e deputados e deputadas estaduais e federais junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no Piauí. O PSTU foi o primeiro partido a fazer a solicitação.


PERFIS DOS CANDIDATOS MAJORITÁRIOS  

Presidente

Zé Maria é metalúrgico e foi um dos fundadores do PT e da CUT, no início dos anos 80 . Participou ativamente da luta contra a ditadura militar e da reorganização do movimento sindical brasileiro. Foi expulso do PT em 1992, por criticar os caminhos que aquele partido vinha tomando – cada vez mais de conciliação com as forças políticas da direita – para chegar ao governo. Ajudou ativamente na criação do PSTU, que este ano completou 20 anos e atualmente milita na construção da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas), em alternativa à CUT, que se tornou um braço sindical dos governos, depois da primeira eleição de Lula.
A candidata a vice-presidente da República, Cláudia Durans, é ativista dos movimentos contra o racismo e contra o machismo, e também é militante do movimento sindical na Universidade Federal do Maranhão, onde é professora do curso de Serviço Social. Foi diretora do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes).

Governador

Daniel Solon, atuou no movimento estudantil na Ufpi e é atualmente presidente (licenciado) da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí (Adcesp). Foi candidato a prefeito de Teresina em 2012. Da mesma forma que agora, teve como vice a bancária Solimar Silva, que participa da coordenação da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas) e é membro da Oposição Bancária (à direção do Sindicato dos Bancários do Piauí).

Senador

Geraldo Carvalho é presidente do Diretório Municipal do PSTU em Teresina e já foi candidato ao governo do Estado em 2010. E diretor regional da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), em Floriano, onde é professor.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

"A Revolta de Stonewall", em cartaz no Cine LGBT desta sexta


Nesta sexta (27/06), a partir das 18h na Sede do PSTU de Teresina, teremos mais uma edição do projeto Cine LGBT, com a exibição do documentário "A Revolta de Stonewall". O projeto é realizado pela Secretaria LGBT do PSTU, na sede do partido (Rua Desembargador Freitas, 1849, centro). A entrada é gratuita.

Esta edição do projeto Cine LGBT rememora a data em que lésbicas, gays e travestis de Nova Iorque se revoltaram contra a homofobia, e enfrentaram repressão policial por três noites seguidas, com barricadas. Os protestos se iniciaram no bar Stonewall Inn, no dia 28 de junho de 1969, dando origem ao Dia Internacional do Orgulho LGBT.

O dia 28 de junho é marcado por protestos em todo o país, em repúdio ao preconceito e à violência cometida contra os LGBTs e, no Brasil, cobra-se a aprovação do Projeto de Lei (PLC) 122 (texto original) que tem o objetivo de criminalizar a homofobia.

Nesta sexta (27), às 16h, antes da exibição do Cine LGBT, a militância do PSTU fará "Rádio Calçada"
na Praça do Fripisa, denunciando a homofobia e reivindicando direitos aos LGBTs.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Candidata a vice-presidente da República participa de convenção eleitoral do PSTU no Piauí nesta terça


Zé Maria, candidato a presidente, à esquerda, Daniel Solon (centro) e Cláudia Durans

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) foi o primeiro partido a requerer junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registro de candidatura à Presidência da República. O candidato a presidente pelo PSTU é o operário José Maria de Almeida, o Zé Maria. A candidata a vice-presidente é Cláudia Durans, que participa da convenção eleitoral da legenda no Piauí, nesta terça-feira, às 19h, no auditório do Instituto Federal do Piauí (IFIP / ex-Cefet), no centro de Teresina.

A convenção eleitoral do PSTU no Piauí é aberta ao público e vai oficializar as candidaturas do professor Daniel Solon e da bancária Solimar Silva, a governador e vice-governadora. Também será oficializada a candidatura do professor Geraldo Carvalho ao senado, além de candidaturas a deputados e deputadas estaduais e federais.

“As candidaturas do PSTU têm um perfil em comum. São trabalhadores, trabalhadoras e jovens que estão nas ruas, nas lutas sociais, defendendo mudanças concretas e radicais de nossa sociedade. Queremos um Piauí para a classe trabalhadora, para o povo pobre, para a juventude”, afirma o pré-candidato Daniel Solon. “Vamos apresentar um programa de governo afinado com as principais reivindicações expressas nas manifestações desde junho de 2013, em defesa da Saúde e Educação Públicas, do transporte público, e contra o machismo, o racismo e a homofobia”, completa.

Solimar Silva
“As candidaturas dos grandes partidos, desde o PT às legendas da direita, representam um mesmo projeto, de continuar governando o Piauí para os grandes empresários e para os latifundiários. Por isso, o PSTU se apresenta como alternativa, para defender os interesses da classe trabalhadora. Nas eleições, atuaremos com total independência frente aos governos e empresários, sem um centavo sequer de financiamento de empresas em nossa campanha”, afirma o pré-candidato a Senado pelo PSTU, Geraldo Carvalho.

Geraldo Carvalho

PERFIS DOS CANDIDATOS MAJORITÁRIOS  

Zé Maria é metalúrgico e foi um dos fundadores do PT e da CUT, no início dos anos 80 . Participou ativamente da luta contra a ditadura militar e da reorganização do movimento sindical brasileiro. Foi expulso do PT em 1992, por criticar os caminhos que aquele partido vinha tomando – cada vez mais de conciliação com as forças políticas da direita – para chegar ao governo. Ajudou ativamente na criação do PSTU, que este ano completou 20 anos e atualmente milita na construção da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas), em alternativa à CUT, que se tornou um braço sindical dos governos, depois da primeira eleição de Lula.

A candidata a vice-presidente da República, Cláudia Durans, é ativista dos movimentos contra o racismo e contra o machismo, e também é militante do movimento sindical na Universidade Federal do Maranhão, onde é professora do curso de Serviço Social. Foi diretora do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes).

Daniel Solon, atuou no movimento estudantil na Ufpi e é atualmente presidente (licenciado) da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí (Adcesp). Foi candidato a prefeito de Teresina em 2012. Da mesma forma que agora, teve como vice a bancária Solimar Silva, que participa da coordenação da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas) e é membro da Oposição Bancária (à direção do Sindicato dos Bancários do Piauí). Geraldo Carvalho é presidente do Diretório Municipal do PSTU em Teresina e já foi candidato ao governo do Estado em 2010. E diretor regional da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), em Floriano, onde é professor.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Convite para a Convenção do PSTU no Piauí


A Convenção Estadual do PSTU no Piauí acontecerá na próxima terça-feira (24 de junho), às 19h, no auditório do IFPI (antigo Cefet), no centro de Teresina.
 

Vamos oficializar as candidaturas do PSTU, para defendermos nas ruas, e agora também nas urnas, um Piauí para a classe trabalhadora, para a juventude e povo pobre.

A chapa majoritária está definida. Para governador e vice, respectivamente, Daniel Solon e Solimar Silva. Para o senado, Geraldo Carvalho.


Participe da convenção e convide também seus contatos!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Daniel Solon defende serviços públicos, mobilizações durante a Copa e denuncia intransigência de Firmino Filho (PSDB)


 
O pré-candidato ao governo do Piauí pelo PSTU, Daniel Solon, esteve hoje à tarde (05/06) na TV Cidade Verde, concedendo entrevista. Daniel Solon afirmou que as candidaturas do PSTU expressam as reivindicações das mobilizações sociais que eclodiram no país em junho de 2013 e que voltam às ruas neste momento, reivindicando melhorias na Saúde, Educação, Transporte, Moradia, melhores salários etc.


Imagem de matéria do Portal CidadeVerde.com, sobre a entrevista na TV
Daniel Solon denunciou as candidaturas que representam os interesses dos grandes empresários (Wellington Dias/PT, Zé Filho/PMDB, Sílvio Mendes/PSDB e Mão Santa/PSC), que estão ou já estiveram no poder e aplicaram a mesma política econômica, de sucateamento e privatização dos serviços públicos, e arrocho salarial dos servidores. Tais candidatos também recebem financiamento de empresas na campanha eleitoral, o que é combatido pelo PSTU. "Quem paga a banda escolhe a música. As empresas não investem em candidatos sem quererem algo em troca. Depois de eleitos, os candidatos financiados com recursos de empresas governarão para estas empresas", disse.


Ele também denunciou a intransigência do prefeito Firmino Filho (PSDB), que não negocia com os servidores municipais da Saúde, em greve. Ele manifestou apoio à greve e reivindica negociação da prefeitura com o funcionalismo municipal.


Sobre os gastos públicos com a Copa, Daniel Solon fez referência a uma reportagem exibida minutos antes na TV Cidade Verde, no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde trabalhadores da saúde estão em greve. "Pergunte a qualquer uma pessoa das 150 que estão sofrendo nos corredores do HUT o que elas preferem. Elas querem estádios para a Copa ou querem atendimento digno no hospital? É por que os governos não atenderam às reivindicações das ruas que dizemos que 'Na Copa Vai Ter Luta'", afirmou Daniel Solon, que terá como companheira de chapa a bancária Solimar Silva (vice-governadora).


O pré-candidato chamou ainda ativistas a participarem de plenária que acontece no sábado, às 16h, na sede do Sindserm para preparar atividades do espaço "Na Copa Vai Ter Luta" (que já marcou manifestação para o dia 12 de junho, às 9h30, na Frei Serafim) contra as injustiças da Copa e em defesa de direitos e de melhoria nos serviços públicos.


Ele convidou a todos a participarem da próxima "Sexta Socialista", do PSTU, cuja edição deste 06 de junho vai comemorar também os 20 anos de fundação do PSTU. O projeto é realizado na sede do PSTU em Teresina (cruzamento das ruas Desembargador Freitas e Area Leão, no centro).


Daniel Solon convidou ainda amigos, simpatizantes e ativistas a participarem da convenção do PSTU-PI que acontecerá no dia 23 de junho, no IFPI, às 9h, onde serão oficializadas as candidaturas do partido. O candidato ao senado pelo PSTU é o professor Geraldo Carvalho.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PSTU-PI define chapa de governador, vice-governadora e senador


Chapa majoritária definida no PSTU-PI para as eleições 2014. Em plenária, a militância do partido escolheu o professor Daniel Solon e a bancária Solimar Silva como pré-candidatos, respectivamente, a governador e a vice-governadora do Estado. Para senador, o pré-candidato é o professor Geraldo Carvalho. A convenção para oficialização das candidaturas majoritárias e proporcionais do PSTU-PI acontecerá na manhã do dia 23 de junho, no auditório do IFPI (centro de Teresina). Para presidente da república, o PSTU lançou como pré-candidato o operário Zé Maria, e a professora Claudia Durans, como vice.
Daniel Solon
 


Serão candidaturas classistas e socialistas, defendendo um programa que atende às demandas (da classe trabalhadora, juventude e do povo pobre) expressas nas lutas que tomam o país e o Piauí desde junho do ano passado.
Solimar Silva


Será mais uma vez uma campanha sem financiamento da campanha eleitoral por empresas e empresários, contando apenas com a contribuição voluntária de trabalhadores(as), amigos e juventude. Convidamos militantes, simpatizantes e amigos para a convenção do dia 23!
Geraldo Carvalho
 

sábado, 5 de abril de 2014

Zé Filho (PMDB): continuidade dos quatro anos de sucateamento dos serviços públicos e beneficiamento do agronegócio do governo Wilson Martins


Wilson Martins (PSB) deixou o cargo de governador na manhã de sexta (04) com a intenção de se candidatar ao Senado, tal qual o fez o antecessor Wellington Dias (PT). O legado de Wilson Martins é trágico e a posse do novo governador Zé Filho (PMDB), que terá mandato “tampão” de nove meses, não é nada animadora para a classe trabalhadora e povo pobre do Piauí. Neste momento, é preciso fazer um balanço do que representou o governo Wilson e uma preparação para o que pode vir a ser o “velho novo” governo de Zé Filho.

Os últimos quatro anos foram de continuísmo da política de governo do petista na “era Wilson”: sucateamento dos serviços públicos, arrocho salarial do funcionalismo, e muito dinheiro para projetos de interesse do agronegócio e dos grandes empresários. Foram anos também de muitas fraudes e irregularidades, a começar pela milionária campanha de compra de votos no processo eleitoral de 2010, que havia sido inclusive denunciada pelo novo aliado Sílvio Mendes (PSDB) junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Os processos, no entanto, estão parados na Justiça. As práticas de nepotismo foram constantes, desde nomeação de parentes para cargos de primeiro escalão, até a compra de vaga vitalícia da esposa no Tribunal de Contas do Estado (TCE) através de negociatas com a Assembleia Legislativa.

Não bastasse continuar pagando os juros e encargos da questionável dívida pública, o governo Wilson contraiu diversos empréstimos junto a organismos financeiros, aumentando o endividamento do Estado para obras de infraestrutura que interessavam exclusivamente às mineradoras, às carvoarias, aos produtores de soja, eucalipto e cana-de-açúcar, em projetos altamente danosos ao meio ambiente. Os grandes empresários foram ainda beneficiados com políticas de isenções fiscais, e os grileiros e latifundiários faturaram alto com a obtenção de terras estaduais que deveriam estar a serviço de pequenos agricultores, através de uma reforma agrária. E o que é pior: milhares de famílias foram expulsas do campo.

O resultado do continuísmo dos governos anteriores é o agravamento dos problemas das cidades, com falta de água, falta de saneamento básico, e com atendimento precário em postos e hospitais, fechamento de escolas públicas, e exportação de mão-de-obra escrava etc. Mas na propaganda oficial, estamos diante de “um novo Piauí”. Na verdade, foi um mandato que reprimiu violentamente os movimentos sociais, aumentou as terceirizações de contratos, e só não privatizou de vez a Agespisa devido à luta organizada de entidades sindicais e populares. A sensação, após quatro anos de governo, é que Wilson Martins já vai muito tarde e não fará falta ao povo piauiense.

O “VELHO NOVO” GOVERNO DO PIAUÍ

O “novo” governo de Zé Filho é uma espécie de “frankstein”: um monstro remendado de restos podres de outros governos. Antes mesmo de assumir, Zé Filho (que é cria de família política da direita tradicional dos “Moraes Sousa”) já se articulou com velhas raposas políticas da direita que estiveram direta ou indiretamente no comando do Palácio de Karnak: Freitas Neto, Felipe Mendes, João Henrique, Hugo Napoleão, Heráclito Fortes etc. O apoio também vem da “esquerda governista” do PCdoB. O próprio PT também buscou aproximação com Zé Filho, tentando se aproveitar do desapontamento do governador que foi impedido pelo PMDB de tentar uma candidatura de reeleição. Ou seja. O velho novo governo Zé Filho conta com amplo apoio das elites empresariais e rurais do Estado, e antigos esquemas políticos. Por isso, a perspectiva é de mais rapinagem da coisa pública, em benefício da base aliada e dos mais ricos, sem qualquer oposição na Assembleia Legislativa.

Diante da chegada do velho novo governo do Piauí, o PSTU alerta aos trabalhadores, à juventude e ao povo pobre que é preciso preparar as lutas e enfrentamentos contra Zé Filho, uma vez que a política econômica do Palácio de Karnak continuará a serviço do enriquecimento dos velhos esquemas, provocando mais desigualdades sociais, devastação ambiental e dilapidação do patrimônio público.

Na copa vai ter luta!
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU