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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Luciane Santos é pré-candidata a governadora pelo PSTU

Luciane Santos, pré-candidata a governadora pelo PSTU no Piauí


O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) lançou o nome da professora da rede municipal de educação, Luciane Santos, como pré-candidata a governadora do Estado do Piauí. Luciane foi a candidata do PSTU na disputa à prefeitura de Teresina, em 2016, e tem militado em defesa dos direitos da classe trabalhadora, das mulheres e na luta por moradia.

“As candidaturas do PSTU no Piauí, assim como nossa chapa de candidatos a presidência da República, encabeçada pela operária Vera Lúcia Salgado e pelo professor Hertz Dias, estão a serviço de fazer um chamado à classe trabalhadora, povo pobre e juventude, a fazerem uma rebelião no país. A crise colocada nas costas da classe trabalhadora só será resolvida quando os de baixo se organizarem e lutarem para construir um governo socialista dos trabalhadores, sem patrões”, afirma o presidente do Diretório Estadual do PSTU, Gervásio Santos.

De acordo com Gervásio Santos, o programa de governo a ser apresentado por Luciane Santos estão em total sintonia com o manifesto “Um chamado à rebelião, um projeto socialista”, de um governo socialista dos trabalhadores formado por conselhos populares, lançado pelo PSTU nacionalmente. O nome que comporá a chapa de vice-governador também será dos quadros do PSTU, que também lançará candidaturas ao Senado, e a deputado estadual e federal.

“As candidaturas estão sendo construídas no interior do partido. A partir de nossas candidaturas próprias, mostraremos nossas diferenças programáticas com as demais candidaturas. Nossas campanhas estarão do lado das lutas da classe trabalhadora e contra o racismo, o machismo e a lgbtfobia”, completa Santos.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

PSTU foi o primeiro a registrar candidaturas no TRE-PI

Campanha começa no domingo (6), às 6 da manhã, no mercado do bairro Dirceu Arcoverde, zona sudeste de Teresina

Candidato a governador, Daniel Solon, foi ao TRE-PI



O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) solicitou hoje (03) pela manhã o registro das candidaturas ao governo do Estado, senado e deputados e deputadas estaduais e federais junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no Piauí. O PSTU foi o primeiro partido a fazer a solicitação.


PERFIS DOS CANDIDATOS MAJORITÁRIOS  

Presidente

Zé Maria é metalúrgico e foi um dos fundadores do PT e da CUT, no início dos anos 80 . Participou ativamente da luta contra a ditadura militar e da reorganização do movimento sindical brasileiro. Foi expulso do PT em 1992, por criticar os caminhos que aquele partido vinha tomando – cada vez mais de conciliação com as forças políticas da direita – para chegar ao governo. Ajudou ativamente na criação do PSTU, que este ano completou 20 anos e atualmente milita na construção da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas), em alternativa à CUT, que se tornou um braço sindical dos governos, depois da primeira eleição de Lula.
A candidata a vice-presidente da República, Cláudia Durans, é ativista dos movimentos contra o racismo e contra o machismo, e também é militante do movimento sindical na Universidade Federal do Maranhão, onde é professora do curso de Serviço Social. Foi diretora do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes).

Governador

Daniel Solon, atuou no movimento estudantil na Ufpi e é atualmente presidente (licenciado) da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí (Adcesp). Foi candidato a prefeito de Teresina em 2012. Da mesma forma que agora, teve como vice a bancária Solimar Silva, que participa da coordenação da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas) e é membro da Oposição Bancária (à direção do Sindicato dos Bancários do Piauí).

Senador

Geraldo Carvalho é presidente do Diretório Municipal do PSTU em Teresina e já foi candidato ao governo do Estado em 2010. E diretor regional da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), em Floriano, onde é professor.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Candidata a vice-presidente da República participa de convenção eleitoral do PSTU no Piauí nesta terça


Zé Maria, candidato a presidente, à esquerda, Daniel Solon (centro) e Cláudia Durans

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) foi o primeiro partido a requerer junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registro de candidatura à Presidência da República. O candidato a presidente pelo PSTU é o operário José Maria de Almeida, o Zé Maria. A candidata a vice-presidente é Cláudia Durans, que participa da convenção eleitoral da legenda no Piauí, nesta terça-feira, às 19h, no auditório do Instituto Federal do Piauí (IFIP / ex-Cefet), no centro de Teresina.

A convenção eleitoral do PSTU no Piauí é aberta ao público e vai oficializar as candidaturas do professor Daniel Solon e da bancária Solimar Silva, a governador e vice-governadora. Também será oficializada a candidatura do professor Geraldo Carvalho ao senado, além de candidaturas a deputados e deputadas estaduais e federais.

“As candidaturas do PSTU têm um perfil em comum. São trabalhadores, trabalhadoras e jovens que estão nas ruas, nas lutas sociais, defendendo mudanças concretas e radicais de nossa sociedade. Queremos um Piauí para a classe trabalhadora, para o povo pobre, para a juventude”, afirma o pré-candidato Daniel Solon. “Vamos apresentar um programa de governo afinado com as principais reivindicações expressas nas manifestações desde junho de 2013, em defesa da Saúde e Educação Públicas, do transporte público, e contra o machismo, o racismo e a homofobia”, completa.

Solimar Silva
“As candidaturas dos grandes partidos, desde o PT às legendas da direita, representam um mesmo projeto, de continuar governando o Piauí para os grandes empresários e para os latifundiários. Por isso, o PSTU se apresenta como alternativa, para defender os interesses da classe trabalhadora. Nas eleições, atuaremos com total independência frente aos governos e empresários, sem um centavo sequer de financiamento de empresas em nossa campanha”, afirma o pré-candidato a Senado pelo PSTU, Geraldo Carvalho.

Geraldo Carvalho

PERFIS DOS CANDIDATOS MAJORITÁRIOS  

Zé Maria é metalúrgico e foi um dos fundadores do PT e da CUT, no início dos anos 80 . Participou ativamente da luta contra a ditadura militar e da reorganização do movimento sindical brasileiro. Foi expulso do PT em 1992, por criticar os caminhos que aquele partido vinha tomando – cada vez mais de conciliação com as forças políticas da direita – para chegar ao governo. Ajudou ativamente na criação do PSTU, que este ano completou 20 anos e atualmente milita na construção da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas), em alternativa à CUT, que se tornou um braço sindical dos governos, depois da primeira eleição de Lula.

A candidata a vice-presidente da República, Cláudia Durans, é ativista dos movimentos contra o racismo e contra o machismo, e também é militante do movimento sindical na Universidade Federal do Maranhão, onde é professora do curso de Serviço Social. Foi diretora do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes).

Daniel Solon, atuou no movimento estudantil na Ufpi e é atualmente presidente (licenciado) da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí (Adcesp). Foi candidato a prefeito de Teresina em 2012. Da mesma forma que agora, teve como vice a bancária Solimar Silva, que participa da coordenação da Central Sindical e Popular (CSP Conlutas) e é membro da Oposição Bancária (à direção do Sindicato dos Bancários do Piauí). Geraldo Carvalho é presidente do Diretório Municipal do PSTU em Teresina e já foi candidato ao governo do Estado em 2010. E diretor regional da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (Adufpi), em Floriano, onde é professor.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PSTU-PI define chapa de governador, vice-governadora e senador


Chapa majoritária definida no PSTU-PI para as eleições 2014. Em plenária, a militância do partido escolheu o professor Daniel Solon e a bancária Solimar Silva como pré-candidatos, respectivamente, a governador e a vice-governadora do Estado. Para senador, o pré-candidato é o professor Geraldo Carvalho. A convenção para oficialização das candidaturas majoritárias e proporcionais do PSTU-PI acontecerá na manhã do dia 23 de junho, no auditório do IFPI (centro de Teresina). Para presidente da república, o PSTU lançou como pré-candidato o operário Zé Maria, e a professora Claudia Durans, como vice.
Daniel Solon
 


Serão candidaturas classistas e socialistas, defendendo um programa que atende às demandas (da classe trabalhadora, juventude e do povo pobre) expressas nas lutas que tomam o país e o Piauí desde junho do ano passado.
Solimar Silva


Será mais uma vez uma campanha sem financiamento da campanha eleitoral por empresas e empresários, contando apenas com a contribuição voluntária de trabalhadores(as), amigos e juventude. Convidamos militantes, simpatizantes e amigos para a convenção do dia 23!
Geraldo Carvalho
 

sábado, 5 de abril de 2014

Zé Filho (PMDB): continuidade dos quatro anos de sucateamento dos serviços públicos e beneficiamento do agronegócio do governo Wilson Martins


Wilson Martins (PSB) deixou o cargo de governador na manhã de sexta (04) com a intenção de se candidatar ao Senado, tal qual o fez o antecessor Wellington Dias (PT). O legado de Wilson Martins é trágico e a posse do novo governador Zé Filho (PMDB), que terá mandato “tampão” de nove meses, não é nada animadora para a classe trabalhadora e povo pobre do Piauí. Neste momento, é preciso fazer um balanço do que representou o governo Wilson e uma preparação para o que pode vir a ser o “velho novo” governo de Zé Filho.

Os últimos quatro anos foram de continuísmo da política de governo do petista na “era Wilson”: sucateamento dos serviços públicos, arrocho salarial do funcionalismo, e muito dinheiro para projetos de interesse do agronegócio e dos grandes empresários. Foram anos também de muitas fraudes e irregularidades, a começar pela milionária campanha de compra de votos no processo eleitoral de 2010, que havia sido inclusive denunciada pelo novo aliado Sílvio Mendes (PSDB) junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Os processos, no entanto, estão parados na Justiça. As práticas de nepotismo foram constantes, desde nomeação de parentes para cargos de primeiro escalão, até a compra de vaga vitalícia da esposa no Tribunal de Contas do Estado (TCE) através de negociatas com a Assembleia Legislativa.

Não bastasse continuar pagando os juros e encargos da questionável dívida pública, o governo Wilson contraiu diversos empréstimos junto a organismos financeiros, aumentando o endividamento do Estado para obras de infraestrutura que interessavam exclusivamente às mineradoras, às carvoarias, aos produtores de soja, eucalipto e cana-de-açúcar, em projetos altamente danosos ao meio ambiente. Os grandes empresários foram ainda beneficiados com políticas de isenções fiscais, e os grileiros e latifundiários faturaram alto com a obtenção de terras estaduais que deveriam estar a serviço de pequenos agricultores, através de uma reforma agrária. E o que é pior: milhares de famílias foram expulsas do campo.

O resultado do continuísmo dos governos anteriores é o agravamento dos problemas das cidades, com falta de água, falta de saneamento básico, e com atendimento precário em postos e hospitais, fechamento de escolas públicas, e exportação de mão-de-obra escrava etc. Mas na propaganda oficial, estamos diante de “um novo Piauí”. Na verdade, foi um mandato que reprimiu violentamente os movimentos sociais, aumentou as terceirizações de contratos, e só não privatizou de vez a Agespisa devido à luta organizada de entidades sindicais e populares. A sensação, após quatro anos de governo, é que Wilson Martins já vai muito tarde e não fará falta ao povo piauiense.

O “VELHO NOVO” GOVERNO DO PIAUÍ

O “novo” governo de Zé Filho é uma espécie de “frankstein”: um monstro remendado de restos podres de outros governos. Antes mesmo de assumir, Zé Filho (que é cria de família política da direita tradicional dos “Moraes Sousa”) já se articulou com velhas raposas políticas da direita que estiveram direta ou indiretamente no comando do Palácio de Karnak: Freitas Neto, Felipe Mendes, João Henrique, Hugo Napoleão, Heráclito Fortes etc. O apoio também vem da “esquerda governista” do PCdoB. O próprio PT também buscou aproximação com Zé Filho, tentando se aproveitar do desapontamento do governador que foi impedido pelo PMDB de tentar uma candidatura de reeleição. Ou seja. O velho novo governo Zé Filho conta com amplo apoio das elites empresariais e rurais do Estado, e antigos esquemas políticos. Por isso, a perspectiva é de mais rapinagem da coisa pública, em benefício da base aliada e dos mais ricos, sem qualquer oposição na Assembleia Legislativa.

Diante da chegada do velho novo governo do Piauí, o PSTU alerta aos trabalhadores, à juventude e ao povo pobre que é preciso preparar as lutas e enfrentamentos contra Zé Filho, uma vez que a política econômica do Palácio de Karnak continuará a serviço do enriquecimento dos velhos esquemas, provocando mais desigualdades sociais, devastação ambiental e dilapidação do patrimônio público.

Na copa vai ter luta!
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado - PSTU