terça-feira, 17 de julho de 2012

Daniel Solon 16 - Declara apoio a greve da Eletrobras





Ruas e praças escuras ou muito mal iluminadas. Essa é a realidade noturna de Teresina, que também convive com constantes apagões elétricos. Os talões de luz são cada vez mais caros para a população, enquanto as grandes empresas muitas vezes são subsidiadas. O dinheiro que a população paga de taxa de iluminação para a Prefeitura fica escondido, na escuridão.
Defendemos que as grandes empresas consumidoras paguem mais pela energia e que os trabalhadores paguem menos.
O sucateamento e o processo de privatização da Eletrobrás-PI e Chesf trazem constante transtornos para todo o Piauí. Hoje, visitei a greve dos trabalhadores da Eletrobras. Manifestei apoio à luta dos trabalhadores. É preciso reverter o acelerado processo de privatização do setor. Chega de terceirizações! Que o governo Dilma atenda as reivindicações dos trabalhadores da Chesf e Eletrobras!




segunda-feira, 16 de julho de 2012

Daniel Solon é capa do jornal O Dia!






No Brasil, o setor de transportes é controlado por grupos empresariais que financiam as campanhas eleitorais dos grandes partidos, e depois têm a conivência dos governos municipais. No caso do transporte urbano, as ferrovias e metrôs seriam opções mais eficazes para a população, o problema é que esta solução não seria o melhor para as grandes empresas que dirigem o país.
Nas várias cidades do país, as prefeituras realizam contratos de concessão tendo como base o equilíbrio econômico-financeiro das empresas. Ou seja, neste modelo, tudo gira em torno do lucro das empresas e quem paga a conta é o usuário. Superlotação, congestionamentos, horas perdidas em deslocamentos e tarifas elevadas, são alguns dos problemas enfrentados diariamente por milhões de trabalhadores e estudantes que dependem do transporte coletivo no país.
Teresina para os trabalhadores: municipalização e passe livre já!


O acesso a todo direito essencial da população passa por sua mobilidade. Se a lógica do transporte não é garantir o direito de ir e vir da população, então são restringidos a esta população o seu direito à educação, habitação, saúde e cultura. Nas mãos dos empresários, as planilhas de custo são manipuladas, os trabalhadores do sistema submetidos a jornadas desumanas e os direitos da população usuária secundarizados. Para mudar essa situação, é necessário um controle verdadeiramente público sobre o transporte coletivo, com o fim do regime de concessões, que entrega o serviço de transporte nas mãos de empresários que buscam apenas a lógica do lucro.
Nesse sentido, propomos a municipalização do transporte, ou seja, que o sistema de transporte coletivo seja gerido pela prefeitura, mediante o controle da população usuária e dos trabalhadores do setor. A municipalização vai garantir uma tarifa mais baixa, pois o município irá subsidiá-la ao invés de repassar milhões para as empresas privadas.
Para tanto, será destinado uma porcentagem do orçamento municipal para investimento em transporte coletivo, assim como acontece com os setores da saúde e educação. Com isto, será possível oferecer passe livre para estudantes e desempregados e garantir aos usuários do sistema conforto, eficiência, segurança e rapidez. Além disso, defendemos uma mudança no Conselho Municipal de Transportes, para que este tenha mais de 60% de seus integrantes vindos da população usuária e não do poder público. Seu caráter deve ser deliberativo e vinculante, de modo que as decisões tomadas no Conselho sejam postas em prática pelo Executivo.
Integração real e tendo acessibilidade ao sistema metroviário em Teresina
Teresina é a última capital do Brasil a  última capital do país a instalar o sistema. Em outras capitais, os coletivos estão integrados há vários anos e já se tornaram rotina da população, como em Fortaleza (CE) e Aracaju (SE). 
De acordo com a Superintendência de Transporte e Trânsito de Teresina (Strans), a integração na capital piauiense começa com 33 das 92 linhas integradas e marcou o reajuste da tarifa que era de R$ 1,90 para R$ 2,10.
O modelo de Teresina aparentemente tem inspiração no sistema integrado de Fortaleza, criado em 1992. A capital cearense tem uma população de 2,4 milhões de pessoas, dos quais um milhão utiliza o sistema de ônibus, segundo dados da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor). A passagem custa R$ 2 e a meia R$ 1, mas há tarifas diferenciadas em determinadas horas do dia, a chamada hora social, e aos domingos.
A integração se dá exclusivamente através de terminais físicos e não há cobrança de segundo trecho. Nas capitais do Ceará e de Sergipe há integração de 100% das linhas.
No caso de Teresina, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado defende não só a integração total no sistema de transporte coletivo como também propõe a construção de uma plataforma de integração, dando acessibilidade ao sistema metroviário em nossa capital.
TARIFAS BÁSICAS DE ÔNIBUS MUNICIPAIS PELO PAÍS

Aracaju: R$ 2,25, antes era R$ 2,10.
Belém: R$ 2,00, antes era R$ 1,85.
Brasília: R$ 1,50
Campo Grande: R$ 2,70, antes era R$ 2,50.
Fortaleza: R$ 2,00, antes era R$ 1,80.
Florianópolis: R$ 2,90, antes era R$ 2,95.
João Pessoa: R$ 2,20, antes era R$ 2,10.
Maceió: R$ 2,10
Manaus: R$ 2,75
Natal: R$ 2,20, antes era R$ 2,10.
Recife: R$ 2,00 (a tarifa principal), antes era R$ 1,85.
Salvador: R$ 2,50, antes era R$ 2,30.
São Luís: R$ 2,10, antes era R$ 1,70.
Teresina: R$ 2,10, antes era R$ 1,90.

"O transporte público de Teresina tem uma das tarifas mais caras do país. O PSTU propõe reduzir este valor para R$1,70. Nós não inventamos esse valor, ele é totalmente viável, pois está respaldado num estudo feito pelo ILAESE - Instituto Latino Americano de Estudos Socio-Econômico. Neste estudo o ILAESE utilizou as mesmas planilhas analisadas pelo promotor de justiça Dr. Fernando Santos, inclusive antes do movimento social que culminou nas manifestações contra o aumento da passagem, chegando reunir cerca de 30 mil pessoas nas ruas de Teresina." Completou a candidata a vice-prefeita Solimar Silva.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

PSTU - Participará do 1º debate com os candidatos a prefeitura de Teresina

DANIEL SOLON

Daniel Vasconcelos Solon, 37 anos, é o candidato do PSTU à Prefeitura de Teresina.

Daniel Solon nasceu em Sobral (CE) e mora em Teresina desde 1994.

É formado em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí e tem mestrado em História pela Universidade Federal do Piauí, professor de Jornalismo do Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e funcionário do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) no Piauí. Foi presidente da Associação dos Professores da Universidade Federal do Piauí e diretor da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior) e da coordenação estadual da CSP Conlutas no Piauí.

Hoje, 12/07/2012, às 21hs 1º debate com os candidatos à prefeitura de Teresina na TV Meio Norte, o PSTU disponibilizará um telão na sede do partido para a militância e os contatos, simpatizantes acompoanharem coletivamente a participação do nosso candidato no debate. Sua participação é muito importante!

Rua Desembargador Freitas, nº 1849, Centro de Teresina.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Daniel Solon visita grevistas e defende que Dilma abra diálogo com Servidores Federais


Ele também defende que a prefeitura realize qualificação dos servidores através de instituições de ensino públicas.

O candidato do PSTU a prefeito de Teresina, Daniel Solon, visitou os professores e servidores em greve do Instituto Federal do Piauí (IFPI) na manhã desta quarta-feira.  Ele manifestou apoio ao movimento que chega a 55 dias, assim como outras categorias em greve no funcionalismo federal.  Daniel Solon foi acompanhado por militantes do PSTU, pela candidata a vice-prefeita, a bancária Solimar Silva, e pelo candidato a vereador, professor Marcos Lima, da rede estadual de ensino.
“Na UFPI e IFPI, além de outros órgãos federais como o INCRA, Ibama, Funasa, Agricultura, Fazenda, Justiça os servidores se mobilizam em defesa de um serviço público de qualidade, melhores condições de trabalho e melhores salários. O atendimento das reivindicações dos servidores é de interesse de toda a cidade de Teresina. Isso possibilitará melhores serviços públicos para toda a população, além de reverter a situação de arrocho salarial dos servidores no Governo Dilma (PT), que ameaça cortar salários dos grevistas”, afirmou Daniel Solon. “Defendemos que o governo Dilma abra imediatamente o canal de diálogo com os servidores e que atenda suas justas reivindicações”, completou.
 De acordo com Daniel Solon, hoje a prefeitura de Teresina tem uma política de financiamento da expansão do ensino privado na cidade. “A secretaria de Educação faz concurso entre estudantes onde a premiação é vaga em escola particular. O programa de melhoria de qualificação dos servidores públicos é na mesma lógica, de comprar vagas em faculdades particulares. Precisamos valorizar o ensino público em todos os níveis, valorizando também a UFPI, IFPI e UESPI que podem ser as instituições que garantam melhor investimento na formação dos servidores municipais.  Nenhum dinheiro público deve ser investido na rede privada de Educação. Chega de incentivar a privatização da educação, e fechar escolas e creches públicas”, afirma Daniel Solon.
Durante o período da tarde, Daniel Solon participa de reunião com a direção do partido sobre agenda do candidato para os próximos dias e preparação dos programas eleitorais de rádio e TV.

AGENDA DE QUINTA, 12 de julho de 2012 – Pela manhã, o candidato participa de reunião de preparação do debate na TV Meio Norte. Ao meio-dia, concede entrevista no estúdio  da Teresina FM. À tarde, reunião na sede do partido. À noite, às 21h, participa do debate entre candidatos na TV Meio Norte.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Elmano, Firmino, Wellington e Beto Rego gastarão R$ 145 milhões na campanha eleitoral

Dinheiro virá de empresas, que cobrarão a conta depois da eleição

O Portal 180 Graus teve acesso a documentos do TRE relativos aos valores declarados das campanhas para prefeito de Teresina. De acordo com o 180 Graus, Elmano Ferrer (PTB/PMDB) pretende gastar R$ 130 milhões na campanha em que tenta reeleição para prefeito de Teresina. Outras candidaturas milionárias são de Firmino Filho (PSDB/PSD), que gastará R$ 10,5 milhões, Wellington Dias (PT) que investirá R$ 2,5 milhões, seguido de Beto Rego (PSB/PCdoB), com também R$ 2,5 milhões. Tudo isso daria R$ 145,5 milhões.

Tão logo saiu a publicação no portal 180 Graus, a assessoria da campanha do PTB enviou nota informando que houve um "erro de digitação" e que corrigirá o valor da campanha para R$ 10 milhões (ver em 180graus.com/politica/coligacao-de-elmano-ferrer-erra-e-declara-130-milhoes-na-campanha-541482.html). Mesmo se essa "correção" vier a se concretizar, os valores declarados dos candidatos do PTB, PSDB, PT e PSB chegam a impressionante cifra de R$ R$ 25,5 milhões. A assessoria do PSDB também diz que há erro na informação, confirmando que a campanha tucana é milionária, mas custará R$ 1,5 milhão.

"Essa dinheirama toda virá das grandes empresas, que financiam as campanhas dos candidatos das elites, para depois cobrar caro. A corrupção nos governos começa durante o financiamento das campanhas pelas empresas, que burlarão licitações, construirão obras e venderão produtos com preços superfaturados", afirma o candidato a prefeito de Teresina pelo PSTU, professor Daniel Solon.

Toda a campanha do PSTU está orçada em apenas R$ 35 mil, sendo R$ 25 mil para a candidatura a prefeito e R$ 10 mil para custear gastos com candidatos a vereador da sigla. É o menor valor declarado entre as sete candidaturas majoritárias registradas no TRE. "Nossa campanha será custeada com a colaboração dos trabalhadores, espontaneamente. Não temos e nem queremos dinheiro de empresas ou de governos. Na verdade, fizemos um desafio público aos demais candidatos para agirem dessa forma, e com a divisão igual de tempo na mídia. Os candidatos dos 'grandes' partidos não deram qualquer resposta até o momento. Afinal, de que forma eles poderão comprar votos?", indagou Daniel Solon.

AGENDA - Na manhã desta terça, acompanhado de Solimar Silva (bancária, candidata a vice-prefeita), Daniel Solon fez visita ao campus Poeta Torquato Neto (UESPI), onde os professores e servidores se mobilizam e podem deflagrar greve em agosto. O candidato do PSTU também visitou os servidores do INCRA, que estão em greve desde o dia 25 de junho. Ele prestou solidariedade aos grevistas de todo o funcionalismo federal, que sofrem ameaça de corte de salários por parte do Governo Dilma (PT). "O governo Dilma é intransigente e quer aumentar o arrocho salarial no funcionalismo. O governo tem que negociar!",afirmou. No final da manhã, concedeu entrevista ao jornal O Dia.


DECISÃO SOBRE LILIAN MARTINS – O candidato a prefeito pelo PSTU comemorou a decisão da Justiça Federal em suspender a nomeação da esposa do governador Wilson Martins (PSB), Lilian Martins, do cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE).  “A decisão é fruto do grande repúdio da população teresinense a mais esse gesto de nepotismo e autoritarismo do governo Wilson. Mas é preciso ficarmos atentos para que ela não volte ao cargo.  Queremos que a decisão seja definitiva. O ocupante de tal cargo, na verdade, deveria ser escolhido através de eleições diretas, com mandato revogável a qualquer momento, se a população assim o quiser. Para esse e outros cargos eletivos, não deve haver regalias, privilégios, ou super-salários”, afirmou Daniel Solon.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Daniel Solon visita escola e critica ameaça de fechamento

Daniel Solon visita escola e critica ameaça de fechamento

No local, Daniel Solón aproveitou para ouvir queixas de professores
atualizado em 09/07/2012 14:33
Daniel Solon (PSTU)

Em seu quarto dia de campanha eleitoral, o candidato a Prefeito de Teresina, Daniel Solon (PSTU) escolheu a Escola Municipal Eurípedes Aguiar para dar continuidade a sua agenda de campanha. Na escola, ele aproveitou para criticar as ameaças de fechamentos de escolas que, segundo ele, tem acontecido com certa freqüência na capital.

No local, Daniel Solon aproveitou para ouvir queixas de professores e também da diretoria da escola. "A Escola Municipal Eurípedes Aguiar foi uma das que foi ameaçada de fechamento. Não fechou as portas por conta de uma ação do Sindicato dos Servidores (Sindserm)", relatou, acrescentando que a Prefeitura não dá justificativas contundentes a cerca do fechamento. "Só dizem que o número de matriculas tem reduzido, mas não se pode pensar dessa maneira. Tem que ser feito um estudo para saber quais fatores ocasionaram a redução do número de alunos e o que deve ser feito para atrair estudantes para as salas de aula", observou.

Segundo ele, sua campanha tem a educação pública de qualidade como principal eixo. "Não vamos sair atirando para tudo quanto é lado. Temos uma campanha pé no chão", frisou, destacando ainda a saúde, o transporte e a moradia popular como eixos norteadores de sua caminhada rumo ao Palácio da Cidade. Daniel Solon explica que várias escolas em Teresina sofrem com ameaças de fechamento e que a ação do poder público deve ser no sentido de buscar soluções para o problema. "Temos carência na educação, temos professores capacitados e uma estrutura, não se pode fechar escolas", diz.
Fotos: Assis Fernandes / O DIA


No encontro com professores, o candidato ouviu queixas, sobretudo relacionadas a fechamento de escolas, creches. "O poder público não está acompanhando a modernidade. Hoje as mulheres estão no mercado de trabalho, algumas são chefes de família e muitas vezes não tem onde deixar seus filhos enquanto trabalham. E a Prefeitura está fechando escolas e creches", lamentou.

O diretor do Sindiserm, Sinésio Soares, relatou ainda perseguições que professores estariam enfrentando por cumprirem o Horário Pedagógico. "Quem está cumprindo seus direitos, estão tendo descontos ilegais no contracheque que chegam a R$ 500,00", relatou. A tarde, Daniel Solon se reuniu com assessores para discutir melhorias na comunicação.

fonte:
Repórter: Mayara Martins - Jornal O DIA (redacao@portalodia.com)